Em Cristo estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento. (Colossenses 2:3)
Ninguém vos engane com palavras vãs; porque por essas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.(Efésios5:6)Digo isso a vocês para que não deixem que ninguém os engane com argumentos falsos. (Colossenses 2:4)
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12 de fevereiro de 2011
DEUS ME CUROU!
Todos os anos, a partir de uma certa idade (risos), passei a fazer exames preventivos de câncer de útero e mamografia. Nunca gostei de ir em médicos e muito menos de fazer exames. Mas, como diz o velho e sábio ditado: "melhor prevenir do que remediar".
Assim se passaram alguns anos sem que nada de anormal surgisse, até que de repente, aparece uma anormalidade no colo do útero. O médico mandou fazer também uma colposcopia com biópsia, para não se ter dúvida do resultado, o que veio a se confirmar como um pré câncer, recomendando a histerectomia com urgência.
Mesmo assim falei ao médico que gostaria de consultar pelo menos dois outros profissionais para que me dessem seu parecer quanto à necessidade de retirada do útero, o qual consentiu imediatamente.
Levei meus exames, então, a mais dois médicos de minha confiança, os quais confirmaram que diante daquele diagnóstico, não havia porque esperar.
Fiquei bastante desolada pelo fato de ter que retirar um órgão do meu corpo, mesmo porque eu nunca havia tido doença alguma em minha vida, e também me achava um tanto quanto jovem para passar por tal procedimento.
Pedi oração na igreja, meus amados irmãos ficaram muito tristes, porém oraram com fé a Deus, clamando por cura todos os dias.
Levaram alguns dias enquanto eu providenciava os exames pré-cirúrgicos. Até que ficou tudo pronto e eu deveria levá-los ao médico para que fosse providenciada a internação no hospital.
Um dia antes de eu voltar ao médico, eu estava na casa de uma grande amiga, conversando sobre o assunto, quando ela me alertou de que eu deveria fazer de novo o 'papanicolau', pois, uma vez que foi orado pela minha cura, eu poderia estar curada, e consequentemente, não havendo necessidade de cirurgia.
Fiquei um tanto quanto imobilizada, concordando com sua observação, mas pensando em como falaria como o médico. No mínimo ele me acharia maluca. Mas não me restava outra opção. Para saber se Deus havia me curado, só mesmo fazendo novo exame.
No dia seguinte fui ao consultório, no qual o médico me aguardava para marcar a internação hospitalar. Entreguei todos os exames que ele havia solicitado, mas já fui falando se poderia fazer novo 'papanicolau' antes de outras proviências.
Para minha surpresa, ele concordou sem titubear. E naquele mesmo dia foi encaminhado material para novo exame.
Levaram alguns dias até ficar pronto o resultado.
Mas foi exatamento na véspera do meu aniversário que passei no laboratório para pegar o resultado. Não me contive em curiosidade e na rua mesmo abri o envelope.
Imaginem o que estava escrito: "Negativo para malignidade"!
Imediatamente liguei para o médico, pois minha consulta com ele ainda demoraria uns dias, mas diante deste resultado, havia urgência em comunicá-lo. Li para ele o resultado, e ele disse que me aguardaria no consultório naquele mesmo dia, apesar de já ser final de expediente.
Ao chegar em sua sala, entreguei o envelope, ao que ele leu, e me disse: Diante deste resultado não há porque fazer cirurgia.
Falei a ele que eu cria que Deus havia me curado, pois meus irmãos na igreja haviam orado por mim. Ele não me respondeu "a" nem "b", apenas me recomendou continuar fazendo exames preventivos a cada três meses.
Saí daquele consultório muito feliz, agradecida a Deus pelo surpreendente presente de aniversário que me deu, e grata aos amados irmãos que oraram crendo no poder milagroso do Senhor.
Os mais achegados souberam imediatamente através dos contatos, mas outros só ficaram sabendo, sobre a cura, no dia seguinte à noite, quando estávamos reunidos num jantar no restaurante. E nesse momento ecoou um grande "Glória a Deus" naquele lugar!
Já se passaram 15 anos. Continuei fazendo exames trimestralmente por longo período, depois a cada seis meses, e ultimamente só faço anualmente.
27 de janeiro de 2011
AMIZADE COM DEUS
Minha casa fica num lugar rodeado de muitas árvores. Por isso, todos os dias há muitas folhas no chão para varrer. Não varro todos os dias, mesmo porque não tenho muito tempo para isso, e também porque o vento fica levando de um lado para outro, tornando difícil a tarefa de juntar as folhas secas, amontoá-las e colocá-las em sacos de lixo. Para se ter uma idéia, as folhas vem até dentro de casa, com muita frequência.
Um dia desses, estava eu varrendo a varanda dos fundos, já com muitas folhas trazidas pelo vento. Mas quanto mais eu varria, tentando juntá-las num monte, mais o vento as espalhava. Era um dia desses em que eu não estava com muita paciência, mas eu precisava varrer aquelas folhas, pois estavam incomodando.
Foi então que me lembrei em pedir a ajuda do Senhor meu Deus para aquela tarefa. Por mais que eu já tenha experimentado inúmeras manifestações sobrenaturais do Senhor em minha vida, toda vez que faço um novo pedido, sempre vem um leve pensamento do tipo "será que Deus vai se importar com algo tão insignificante?"...
Bom, não custa experimentar..., e pedi ao Senhor que me ajudasse a ajuntar aquelas folhas secas, que suspendesse o vento, que fizesse alguma coisa... E fui varrendo, prestando atenção no que poderia acontecer, não percebendo nenhuma alteração, até que consegui fazer um monte com as folhas secas. Percebi que o vento não tinha parado, mas as folhas não se espalhavam. Pensei: Milagre!
Mas quando pensei em ajuntar as folhas para colocar no latão de lixo, notei que não havia pego a pazinha de juntar lixo. Imaginei: "pronto, até buscar a pazinha e voltar, o vento já esparramou tudo de novo...". E fui buscar a pazinha na lavanderia.
Ao voltar, qual não foi o meu espanto ao ver que o monte de folhas secas continuava imóvel, sem que o vento tivesse parado.
Imediatamente fui ajuntado as folhas secas, colocando-as no latão, e conversando com o Senhor, agradecendo por Ele se importar comigo mesmo nas mais insignificantes coisas que para mim possam parecer, mas para Ele tudo é importante na vida dos seus filhos.
Mais uma vez tive esta linda experiência da amizade de Deus. Converso com Ele e Ele fala comigo!
Nosso Deus é Pai maravilhoso! Às vezes me pergunto porque há ocasiões em que ficamos nos debatendo em meio às dificuldades da vida, se o Senhor está presente em qualquer situação, e podemos contar com Ele, até mesmo para ajudar a varrer folhas secas num quintal.
É importante que nosso relacionamento com Deus seja realmente de intimidade e simplicidade como acontece com as verdadeiras amizades. É de extrema importância que estejamos sempre conversando com Deus acerca de nossas necessidades e circunstâncias da vida.
A nossa relação com Deus não é diferente da relação que as pessoas tem umas com as outras. A amizade entre pessoas começam através de uma conversa. É exatamente o que acontece entre nós e Deus. Conversamos com Ele e Ele responde de maneira que entendemos. E está estabelecida uma grande e maravilhosa amizade!
25 de agosto de 2010
E O SOL SE FEZ NOVAMENTE!
Logo após o passeio de barco, fomos para o hotel para descansar, pois no dia seguinte, continuaríamos a viagem até Balneário de Camboriú.
Choveu naquela noite toda.
Pela manhã tomamos delicioso café no hotel e em seguida tomamos a estrada em direção às praias de Santa Catarina.
Tínhamos alguns negócios a tratar em Balneário de Camboriú e também aproveitaríamos o tempo para passear. E é claro que em nosso pensamento imaginávamos que tudo seria muito mais agradável e facilitado se o tempo não estivesse chuvoso...
Porém mal sabíamos que Deus continuaria a manifestar Sua presença de modo tão amoroso e espetacular.
Choveu copiosamente durante todo o trajeto de Joinville até o estacionamento em frente ao hotel em que ficaríamos à beira mar. Ao sairmos do carro, a chuva parou aos poucos e, enquanto éramos atendidos na recepção do hotel, a recepcionista comentava que o hotel estava quase vazio, pois a maioria dos turistas se retirou das praias devido ao período de chuvas.
Enquanto conversávamos, o sol surgia afastando rapidamente as nuvens. E foi neste instante que falei à moça, olhando para fora da portaria: - Já nós não temos esse problema (risos)! Aonde nós chegamos, o sol chega junto (risos)!
Com certeza a moça achou que não passava de uma coincidência e que oportunamente brinquei com isto. Mas para alegria nossa, passamos um dia maravilhoso sob intenso sol. Cumprimos nosso compromisso e sobrou tempo para passear pela praia, comer milho verde, pamonha, churros e tomar muito sorvete.
Passamos a noite no hotel e no dia seguinte pela manhã voltaríamos à nossa casa. Parecia que o período de chuvas havia cessado, mas que nada... Ao acordarmos pela manhã, já se ouvia o barulhinho da chuva. Então meu marido e eu demos risada. Podíamos perceber nitidamente a presença de Deus entre nós, não só como o Deus todo-poderoso, criador dos céus e da terra, mas também como mais um companheiro real de viagem. Só não podíamos vê-lO, mas tínhamos certeza de que Ele estava ali conosco, em Pessoa!
E já na estrada, voltando para casa dista quase 200 km, debaixo de chuva de novo, falava eu com Deus agradecendo-Lhe pelo Seu imensurável amor, e misericórdia. Pois mesmo depois de toda Sua manifestação de poder e bondade, tive incerteza em minha mente. Teria sido mesmo um milagre de Deus, ou estaria eu ‘viajando na maionese’, como diz a garotada na gíria?
À medida em que eu pensava, a chuva foi enfraquecendo lentamente até parar. O tempo continuava fechado, porém não chovia. E ainda comentei com meu marido: - Acho que chegaremos sem chuva em Curitiba...
E assim vínhamos conversando alegres e satisfeitos.
E eis que a uma certa altura da estrada, em que as pistas de ida e vinda ficaram mais próximas uma da outra, pude perceber que na pista em que íamos não chovia, a pista estava bem seca. Porém na pista contrária, os automóveis e caminhões estavam com os limpadores dos pára-brisas ligados, pois chovia intensamente apenas naquela pista! – Olha lá! - falei para meu marido. – Está chovendo só na pista de lá! E ele ficou maravilhado com o que via, e dizia: - Se contarmos isso que vemos, ninguém vai acreditar...
Assim andamos alguns quilômetros sem chuva na nossa pista, mas chovendo do outro lado...
Entendi que esta era uma demonstração de Deus de que o sol lindo que tivemos para o passeio de barco, assim como mais um dia ensolarado em Balneário de Camboriú, foi verdadeiramente obra do Seu imenso amor.
Este é o Deus a quem sirvo!
“Não há Deus maior. Não há Deus melhor. Não há Deus tão grande como o nosso Deus! Criou o céu, criou a terra, criou o sol e as estrelas. Tudo Ele fez, tudo criou, tudo formou, para o seu louvor. Para o Seu louvor!”
Juízes 6:37-40 – “eis que eu porei uma porção de lã na eira; se o orvalho estiver somente nela, e seca a terra ao redor, então, conhecerei que hás de livrar Israel por meu intermédio, como disseste. E assim sucedeu, porque, ao outro dia, se levantou de madrugada e, apertando a lã, do orvalho dela espremeu uma taça cheia de água. Disse mais Gideão: Não se acenda contra mim a tua ira, se ainda falar só esta vez; rogo-te que mais esta vez faça eu a prova com a lã; que só a lã esteja seca, e na terra ao redor haja orvalho. E Deus assim o fez naquela noite, pois só a lã estava seca, e sobre a terra ao redor havia orvalho”.
Este é o Deus de amor que conhece o íntimo de nosso coração, o Pai amoroso que tem prazer em abençoar seus filhos e filhas.
Choveu naquela noite toda.
Pela manhã tomamos delicioso café no hotel e em seguida tomamos a estrada em direção às praias de Santa Catarina.
Tínhamos alguns negócios a tratar em Balneário de Camboriú e também aproveitaríamos o tempo para passear. E é claro que em nosso pensamento imaginávamos que tudo seria muito mais agradável e facilitado se o tempo não estivesse chuvoso...
Porém mal sabíamos que Deus continuaria a manifestar Sua presença de modo tão amoroso e espetacular.
Choveu copiosamente durante todo o trajeto de Joinville até o estacionamento em frente ao hotel em que ficaríamos à beira mar. Ao sairmos do carro, a chuva parou aos poucos e, enquanto éramos atendidos na recepção do hotel, a recepcionista comentava que o hotel estava quase vazio, pois a maioria dos turistas se retirou das praias devido ao período de chuvas.
Enquanto conversávamos, o sol surgia afastando rapidamente as nuvens. E foi neste instante que falei à moça, olhando para fora da portaria: - Já nós não temos esse problema (risos)! Aonde nós chegamos, o sol chega junto (risos)!
Com certeza a moça achou que não passava de uma coincidência e que oportunamente brinquei com isto. Mas para alegria nossa, passamos um dia maravilhoso sob intenso sol. Cumprimos nosso compromisso e sobrou tempo para passear pela praia, comer milho verde, pamonha, churros e tomar muito sorvete.
Passamos a noite no hotel e no dia seguinte pela manhã voltaríamos à nossa casa. Parecia que o período de chuvas havia cessado, mas que nada... Ao acordarmos pela manhã, já se ouvia o barulhinho da chuva. Então meu marido e eu demos risada. Podíamos perceber nitidamente a presença de Deus entre nós, não só como o Deus todo-poderoso, criador dos céus e da terra, mas também como mais um companheiro real de viagem. Só não podíamos vê-lO, mas tínhamos certeza de que Ele estava ali conosco, em Pessoa!
E já na estrada, voltando para casa dista quase 200 km, debaixo de chuva de novo, falava eu com Deus agradecendo-Lhe pelo Seu imensurável amor, e misericórdia. Pois mesmo depois de toda Sua manifestação de poder e bondade, tive incerteza em minha mente. Teria sido mesmo um milagre de Deus, ou estaria eu ‘viajando na maionese’, como diz a garotada na gíria?
À medida em que eu pensava, a chuva foi enfraquecendo lentamente até parar. O tempo continuava fechado, porém não chovia. E ainda comentei com meu marido: - Acho que chegaremos sem chuva em Curitiba...
E assim vínhamos conversando alegres e satisfeitos.
E eis que a uma certa altura da estrada, em que as pistas de ida e vinda ficaram mais próximas uma da outra, pude perceber que na pista em que íamos não chovia, a pista estava bem seca. Porém na pista contrária, os automóveis e caminhões estavam com os limpadores dos pára-brisas ligados, pois chovia intensamente apenas naquela pista! – Olha lá! - falei para meu marido. – Está chovendo só na pista de lá! E ele ficou maravilhado com o que via, e dizia: - Se contarmos isso que vemos, ninguém vai acreditar...
Assim andamos alguns quilômetros sem chuva na nossa pista, mas chovendo do outro lado...
Entendi que esta era uma demonstração de Deus de que o sol lindo que tivemos para o passeio de barco, assim como mais um dia ensolarado em Balneário de Camboriú, foi verdadeiramente obra do Seu imenso amor.
Este é o Deus a quem sirvo!
“Não há Deus maior. Não há Deus melhor. Não há Deus tão grande como o nosso Deus! Criou o céu, criou a terra, criou o sol e as estrelas. Tudo Ele fez, tudo criou, tudo formou, para o seu louvor. Para o Seu louvor!”
Juízes 6:37-40 – “eis que eu porei uma porção de lã na eira; se o orvalho estiver somente nela, e seca a terra ao redor, então, conhecerei que hás de livrar Israel por meu intermédio, como disseste. E assim sucedeu, porque, ao outro dia, se levantou de madrugada e, apertando a lã, do orvalho dela espremeu uma taça cheia de água. Disse mais Gideão: Não se acenda contra mim a tua ira, se ainda falar só esta vez; rogo-te que mais esta vez faça eu a prova com a lã; que só a lã esteja seca, e na terra ao redor haja orvalho. E Deus assim o fez naquela noite, pois só a lã estava seca, e sobre a terra ao redor havia orvalho”.
Este é o Deus de amor que conhece o íntimo de nosso coração, o Pai amoroso que tem prazer em abençoar seus filhos e filhas.
20 de agosto de 2010
E O SOL SE FEZ!
Em janeiro de 2008, meu marido e eu descemos a serra em direção a Joinville-SC, de carro, e debaixo de muita chuva. Fomos visitar um casal de amigos naquela tarde de sábado, e no dia seguinte, tínhamos passagens compradas para um passeio no Barco Príncipe III, que faz um belíssimo turismo pelas ilhas da região, saindo de Joinville até o porto de São Francisco do Sul.
Meu marido e eu perguntávamos como seria um passeio de barco debaixo de tanta chuva... Embora o barco tivesse recursos para proteger os turistas contra chuva e vento, o prazer do passeio não seria o mesmo que em belo dia de sol.
Então na estrada mesmo, sob aquela constante chuva, declarei uma frase de fé: “ - Amanhã Deus nos mandará muito sol e faremos um magnífico passeio sem chuva!”. E meu marido respondeu: “-Amém!”.
Continuamos tranquilamente nossa deliciosa viagem. Visitamos nossos amigos, tomamos um delicioso café da tarde, conversamos muito, e até saímos para jantar numa churrascaria.
E continuava chovendo muito. Minha amiga comentou: - Que pena que está chovendo... Seria melhor se o tempo estivesse sem chuva para vocês passearem, não é?... Todavia, em meus pensamentos não havia a presença de chuva durante o passeio. Em meus pensamentos havia a presença de Deus limpando os céus!
E choveu a noite toda!
Pela manhã tomamos nosso café no hotel e em seguida já nos arrumamos para sair em direção ao ‘pequeno cais’. Apesar da chuva, o tempo era quente e podíamos andar de roupas leves, bermudas e chinelos.
Ao chegarmos no ‘pequeno cais’, notamos que o carro estava completamente molhado, porém não chovia mais. As nuvens simplesmente começaram a desaparecer do céu para dar lugar a um maravilhoso sol. Entramos no barco, localizamos nossa mesa reservada ao lado da piscina. Enquanto isso, os marinheiros em sua alva farda, se apressavam em abrir as janelas gotejantes para a entrada da brisa ensolarada no Barco Príncipe III.
Nós apenas dizíamos um para o outro: - Isto é maravilhoso! Deus é estupendo! Ele realmente nos ouve quando cremos no Seu infinito poder! Obrigado, Senhor, por este belo presente!
O barco saiu às dez horas da manhã, passeando entre as ilhas da bela Baía da Babitonga, lotado na sua total capacidade de 350 passageiros. À medida em que ouvíamos o locutor descrevendo os pontos turísticos por onde passávamos, fotografávamos tudo o que podíamos. Almoçamos em pleno barco deliciosa refeição com frutos do mar, dentre outros pratos.
Após o almoço, chegamos em São Francisco do Sul, tivemos um bom tempo para passear pela ilha conhecendo a cidade portuária. E enfatize-se, sob intenso sol e calor!
No trajeto de volta tivemos no barco agradáveis atrações humorísticas e demos muitas gargalhadas. O tempo passou tão rápido que nem percebemos. Já estávamos em Joinville de novo!
Saímos rapidamente do barco em direção ao carro que havia ficado no estacionamento do ‘pequeno cais’. Rapidamente porque, pasmem, voltou a chover... Tivemos o tempo exato de entrar no carro e a chuva desabar!
Glorificamos ao nosso querido Deus que nos proporcionou mais um agradabilíssimo passeio e fez levantar um incrível e fenomenal espetáculo como manifestação da sua grandeza, da sua majestade e do seu poder, bem assim, manifestação do seu infinito amor e misericórdia para com seus filhos.
Meu marido e eu perguntávamos como seria um passeio de barco debaixo de tanta chuva... Embora o barco tivesse recursos para proteger os turistas contra chuva e vento, o prazer do passeio não seria o mesmo que em belo dia de sol.
Então na estrada mesmo, sob aquela constante chuva, declarei uma frase de fé: “ - Amanhã Deus nos mandará muito sol e faremos um magnífico passeio sem chuva!”. E meu marido respondeu: “-Amém!”.
Continuamos tranquilamente nossa deliciosa viagem. Visitamos nossos amigos, tomamos um delicioso café da tarde, conversamos muito, e até saímos para jantar numa churrascaria.
E continuava chovendo muito. Minha amiga comentou: - Que pena que está chovendo... Seria melhor se o tempo estivesse sem chuva para vocês passearem, não é?... Todavia, em meus pensamentos não havia a presença de chuva durante o passeio. Em meus pensamentos havia a presença de Deus limpando os céus!
E choveu a noite toda!
Pela manhã tomamos nosso café no hotel e em seguida já nos arrumamos para sair em direção ao ‘pequeno cais’. Apesar da chuva, o tempo era quente e podíamos andar de roupas leves, bermudas e chinelos.
Ao chegarmos no ‘pequeno cais’, notamos que o carro estava completamente molhado, porém não chovia mais. As nuvens simplesmente começaram a desaparecer do céu para dar lugar a um maravilhoso sol. Entramos no barco, localizamos nossa mesa reservada ao lado da piscina. Enquanto isso, os marinheiros em sua alva farda, se apressavam em abrir as janelas gotejantes para a entrada da brisa ensolarada no Barco Príncipe III.
Nós apenas dizíamos um para o outro: - Isto é maravilhoso! Deus é estupendo! Ele realmente nos ouve quando cremos no Seu infinito poder! Obrigado, Senhor, por este belo presente!
O barco saiu às dez horas da manhã, passeando entre as ilhas da bela Baía da Babitonga, lotado na sua total capacidade de 350 passageiros. À medida em que ouvíamos o locutor descrevendo os pontos turísticos por onde passávamos, fotografávamos tudo o que podíamos. Almoçamos em pleno barco deliciosa refeição com frutos do mar, dentre outros pratos.
Após o almoço, chegamos em São Francisco do Sul, tivemos um bom tempo para passear pela ilha conhecendo a cidade portuária. E enfatize-se, sob intenso sol e calor!
No trajeto de volta tivemos no barco agradáveis atrações humorísticas e demos muitas gargalhadas. O tempo passou tão rápido que nem percebemos. Já estávamos em Joinville de novo!
Saímos rapidamente do barco em direção ao carro que havia ficado no estacionamento do ‘pequeno cais’. Rapidamente porque, pasmem, voltou a chover... Tivemos o tempo exato de entrar no carro e a chuva desabar!
Glorificamos ao nosso querido Deus que nos proporcionou mais um agradabilíssimo passeio e fez levantar um incrível e fenomenal espetáculo como manifestação da sua grandeza, da sua majestade e do seu poder, bem assim, manifestação do seu infinito amor e misericórdia para com seus filhos.
"Elias era homem sujeito às mesmas paixões que nós e, em oração, pediu que não chovesse e, por três anos e meio, não choveu sobre a terra. E orou outra vez, e o céu deu chuva, e a terra produziu o seu fruto". (Tg 5:17,18)
GLÓRIA E HONRA AO NOSSO MARAVILHOSO DEUS E AMOROSO PAI!
16 de agosto de 2010
O DEDINHO DE DEUS
Houve um tempo de minha vida, diga-se de passagem, foram longos treze anos, em que muitas coisas tive que fazer sozinha. Fiquei 'solteira', e assim, tendo que fazer muitas coisas que só o marido fazia, como por exemplo, trocar um pneu do carro.
Então, parece que Deus resolveu brincar comigo. Só porque estava eu vivendo sozinha, os pneus do carro passaram a furar ou esvaziar com muita freqüência, obrigando-me a ter que fazer a troca. Embora isso não fosse uma tarefa fácil para uma mulher, conseguia me sair bem.
Eu tinha na época, isto faz uns quinze anos, um Fiat Oggi semelhante ao da foto. Excelente carro, mas me tornei freguesa assídua de uma borracharia no bairro onde eu morava.
Trocava o pneu furado e, lá ia eu consertá-lo na tal borracharia.
Um dia o carro amanheceu com dois pneus furados, pode??? Aí tive que pedir ajuda. Falei com uma amiga, e ela me emprestou seu marido para levar os pneus na borracharia, uma vez que cada carro só tem um estepe.
Pneus consertados, carro rodando. Haja paciência!!!
E eu perguntava aos meus amigos que também tinham carro, se era normal pneus furarem com tanta freqüência. E eles diziam: -Não! Eu até esqueço que meu carro tem pneus...
Eu eu pensava: - Por que isso acontece tanto comigo? As ruas por onde passava eram as mesmas de todos os outros carros... Por que só o meu carro é que 'achava' pregos, parafusos, cacos de vidro?!
Até que parei de 'conversar' comigo mesma e passei a conversar com Deus. Se alguém me visse 'falando sozinha', me internaria num hospício! Mas eu não estava falando sozinha. Estava a falar com Deus. Qualquer pensamento que me dava vontade de expressar com alguém, falava com Ele. E com relação aos pneus furados, falava eu: -Senhor, de novo! Não acredito! Tu não vês, Senhor, sou uma mulher só, estou atrasada para o trabalho, e aí está outro pneu furado! Tu não vês, que isto não é serviço para uma mulher? Por que Tu não me livras desta chateação? Estou ficando irritada e cansada!
Um belo dia, ao sair pela manhã para o trabalho, novamente me deparei com pneu murcho. Sabia que não adiantava irritar-me... Peguei as ferramentas, soltei os parafuros da roda, ergui o carro com o 'macaco', retirei completamente porcas e parafusos e comecei a puxar o pneu com as mãos. Nunca tive dificuldades, mas que é um serviço chato, é!
Todavia aconteceu algo diferente neste dia. A roda, com pneu e tudo, 'se negou' a sair! Por mais que eu puxasse com toda força que me era possível, a roda emperrou. Peguei algo para dar umas pancadas de leve, na tentativa de facilitar a saída do p-e-n-e-u. Mas, por mais força que eu empregasse, nada adiantava.
Fui me cansando, fazia um pouco de calor e já estava suando. Com as mãos sujas e as roupas de trabalho de funcionária pública federal, também se sujando... Mas já não me importava com isso. O que eu queria mesmo era trocar logo este raio de pneu, voltar pra dentro de casa, tomar um outro banho, vestir outra roupa e ir trabalhar, apesar do atraso. Claro que antes teria que passar na borracharia novamente! Não poderia me arriscar a ficar com estepe furado.
Mas minha briga continuava. Puxando, batendo, chutando. Alguma coisa teria que fazer a roda se soltar.
Mas quando já estava a ponto de desistir do carro, e ir ao trabalho de ônibus, pensei em falar com Deus! Claro! Por que não pensei nisto antes?
E estando eu a puxar mais uma vez o pneu com roda e tudo..., falei para Deus, quase gemendo:
- Senhor, põe um dedinho Seu aqui, por favor.
E puxei o pneu com toda força que me restava!
Imediatamente a roda desemperrou, vindo a mesma sobre mim, caí para trás e quase dei uma cambalhota de pernas pro ar...
Protegi o rosto e com a força que fiz para me 'defender' do pneu..., ralei um pouco os braços e mãos. Mas o mais importante é que o dito cujo saiu, finalmente!
Depois de me recompor do susto é que passei a refletir sobre o ocorrido. Pensei: -Mas sou uma tola, mesmo! Peço a Deus para me ajudar com a Sua força de "pelo menos um dedinho", porém eu continuo a exercer a minha força para arrancar o pneu do lugar. Peço a Deus a Sua ajuda, mas não creio que Ele me ouve e me atende. É obvio que só restava cair para trás com o pneu sobre mim...
Reconhecendo minha incredulidade, pedi perdão a Deus, agradecendo-O por ter controlado Sua força.
O meu Deus é Deus Criador dos céus e da terra, é Deus fiel e justo, é Deus Pai amável e misericordioso para com Seus filhos. É Deus sempre presente em nossas necessidades e aflições.
Depois de colocar o estepe e voltar às atividades normais, fui à borracharia para consertar o pneu furado. Então o borracheiro foi tirar o pneu... E o pneu não saiu! Usou de toda sua força e objetos e ferramentas para arrancá-lo, mas nada! Chamou um colega para ajudar e..., nada! O barracheiro comentou: -Nunca me aconteceu algo semelhante! Depois de muito 'lutar', o pneu saiu e foi consertado e trocado.
Então o Senhor Deus me falou ao meu ouvido: -Tá vendo? Aí está a prova de que fui Eu mesmo que te ajudei, viu???
E só me restou responder: -Obrigada, Senhor por se importar comigo! Obrigada, Senhor por ser meu amigo! Obrigada por ter tanto bom-humor!.... Como sou feliz com o Senhor!!!
Então, parece que Deus resolveu brincar comigo. Só porque estava eu vivendo sozinha, os pneus do carro passaram a furar ou esvaziar com muita freqüência, obrigando-me a ter que fazer a troca. Embora isso não fosse uma tarefa fácil para uma mulher, conseguia me sair bem.
Eu tinha na época, isto faz uns quinze anos, um Fiat Oggi semelhante ao da foto. Excelente carro, mas me tornei freguesa assídua de uma borracharia no bairro onde eu morava.
Trocava o pneu furado e, lá ia eu consertá-lo na tal borracharia.
Um dia o carro amanheceu com dois pneus furados, pode??? Aí tive que pedir ajuda. Falei com uma amiga, e ela me emprestou seu marido para levar os pneus na borracharia, uma vez que cada carro só tem um estepe.
Pneus consertados, carro rodando. Haja paciência!!!
E eu perguntava aos meus amigos que também tinham carro, se era normal pneus furarem com tanta freqüência. E eles diziam: -Não! Eu até esqueço que meu carro tem pneus...
Eu eu pensava: - Por que isso acontece tanto comigo? As ruas por onde passava eram as mesmas de todos os outros carros... Por que só o meu carro é que 'achava' pregos, parafusos, cacos de vidro?!
Até que parei de 'conversar' comigo mesma e passei a conversar com Deus. Se alguém me visse 'falando sozinha', me internaria num hospício! Mas eu não estava falando sozinha. Estava a falar com Deus. Qualquer pensamento que me dava vontade de expressar com alguém, falava com Ele. E com relação aos pneus furados, falava eu: -Senhor, de novo! Não acredito! Tu não vês, Senhor, sou uma mulher só, estou atrasada para o trabalho, e aí está outro pneu furado! Tu não vês, que isto não é serviço para uma mulher? Por que Tu não me livras desta chateação? Estou ficando irritada e cansada!
Um belo dia, ao sair pela manhã para o trabalho, novamente me deparei com pneu murcho. Sabia que não adiantava irritar-me... Peguei as ferramentas, soltei os parafuros da roda, ergui o carro com o 'macaco', retirei completamente porcas e parafusos e comecei a puxar o pneu com as mãos. Nunca tive dificuldades, mas que é um serviço chato, é!
Todavia aconteceu algo diferente neste dia. A roda, com pneu e tudo, 'se negou' a sair! Por mais que eu puxasse com toda força que me era possível, a roda emperrou. Peguei algo para dar umas pancadas de leve, na tentativa de facilitar a saída do p-e-n-e-u. Mas, por mais força que eu empregasse, nada adiantava.
Fui me cansando, fazia um pouco de calor e já estava suando. Com as mãos sujas e as roupas de trabalho de funcionária pública federal, também se sujando... Mas já não me importava com isso. O que eu queria mesmo era trocar logo este raio de pneu, voltar pra dentro de casa, tomar um outro banho, vestir outra roupa e ir trabalhar, apesar do atraso. Claro que antes teria que passar na borracharia novamente! Não poderia me arriscar a ficar com estepe furado.
Mas minha briga continuava. Puxando, batendo, chutando. Alguma coisa teria que fazer a roda se soltar.
Mas quando já estava a ponto de desistir do carro, e ir ao trabalho de ônibus, pensei em falar com Deus! Claro! Por que não pensei nisto antes?
E estando eu a puxar mais uma vez o pneu com roda e tudo..., falei para Deus, quase gemendo:
- Senhor, põe um dedinho Seu aqui, por favor.
E puxei o pneu com toda força que me restava!
Imediatamente a roda desemperrou, vindo a mesma sobre mim, caí para trás e quase dei uma cambalhota de pernas pro ar...
Protegi o rosto e com a força que fiz para me 'defender' do pneu..., ralei um pouco os braços e mãos. Mas o mais importante é que o dito cujo saiu, finalmente!
Depois de me recompor do susto é que passei a refletir sobre o ocorrido. Pensei: -Mas sou uma tola, mesmo! Peço a Deus para me ajudar com a Sua força de "pelo menos um dedinho", porém eu continuo a exercer a minha força para arrancar o pneu do lugar. Peço a Deus a Sua ajuda, mas não creio que Ele me ouve e me atende. É obvio que só restava cair para trás com o pneu sobre mim...
Reconhecendo minha incredulidade, pedi perdão a Deus, agradecendo-O por ter controlado Sua força.
O meu Deus é Deus Criador dos céus e da terra, é Deus fiel e justo, é Deus Pai amável e misericordioso para com Seus filhos. É Deus sempre presente em nossas necessidades e aflições.
Depois de colocar o estepe e voltar às atividades normais, fui à borracharia para consertar o pneu furado. Então o borracheiro foi tirar o pneu... E o pneu não saiu! Usou de toda sua força e objetos e ferramentas para arrancá-lo, mas nada! Chamou um colega para ajudar e..., nada! O barracheiro comentou: -Nunca me aconteceu algo semelhante! Depois de muito 'lutar', o pneu saiu e foi consertado e trocado.
Então o Senhor Deus me falou ao meu ouvido: -Tá vendo? Aí está a prova de que fui Eu mesmo que te ajudei, viu???
E só me restou responder: -Obrigada, Senhor por se importar comigo! Obrigada, Senhor por ser meu amigo! Obrigada por ter tanto bom-humor!.... Como sou feliz com o Senhor!!!
9 de agosto de 2010
DEUS LIVROU-ME DO ASSALTANTE
Na época em que eu ainda exercia meu trabalho secular, saí da repartição para almoçar, porém antes precisava passar na agência bancária para sacar um dinheirinho e poder pagar o almoço.
No trajeto do meu trabalho até a agência do Banco passei por uma rua pouco movimentada, porém bem central da cidade. De repente, sinto algo cutucando nas minhas costas na altura das costelas do lado direito e uma voz masculina dizendo: -"Continue andando, não faça nenhum movimento brusco, isto é um assalto, não tenho nada a perder, acabei de sair da cadeia e tenho AIDS." Percebi então que ele estava com a mão debaixo da sua blusa e não dava para ver se ele estava armado. Por via das dúvidas, melhor acreditar no que ele dizia.
Mandou-me que discretamente abrisse a bolsa, pegasse a carteira e retirasse o dinheiro que eu tivesse para entregar a ele. Falei: -Mas moço, não tenho nenhum centavo comigo.
Porém ele não acreditou e mostrou-se irritado e com pressa, antes que aparecessem pessoas na rua.
No meio dessa pressão, falei em pensamento com Deus assim: - Espírito Santo, não acredito que isto esteja acontecendo comigo!
Enquanto o tempo passava velozmente, tentando mostrar ao bandido que na minha carteira não havia dinheiro algum, tentando ganhar tempo..., pensei: - Ali na frente tem um hotel e, no que passarmos em frente, vou correr lá para dentro. Mas alguns metros de distância, pareciam léguas naquela momento crucial.
Antes de nos aproximarmos do hotel, percebi que vinham à uma certa distância em nossa direção, dois homens aparentemente quarentões, um moreno e outro loiro, ambos levemente calvos, e que se aproximaram muito rápido, apesar de parecer estarem andando tranqüilamente.
Para minha surpresa, os dois homens se depararam diante de mim e do bandido. Um deles encarou o assaltante, chamou-o de malandro e mandou que se retirasse dali imediatamente. O rapaz saiu em disparada atravessando para o outro lado da rua e desapareceu.
Então os dois homens me perguntaram se eu estava sendo assaltada e falei que sim, ainda trêmula. - É, disse um deles, percebemos. - Para onde você está indo?, me perguntou o outro. Falei: - Ao Banco. - Então vamos acompanhá-la, me disseram. E eles voltaram de onde vinham.
Achei tudo muito estranho. Eles vinham em sentido contrário ao meu. Ofereceram-se para me fazer companhia até o Banco, voltando em sentido contrário de sua trajetória. Parecia que não tinham nada para fazer na vida... Deixaram-me na porta do Banco, me disseram 'tchau' e, seguiram adiante, quando pela lógica, entendo que deveriam voltar.
Entrei no Banco, retirei algum dinheiro e depois almocei no restaurante de costume.
Ao retornar ao trabalho, contei para meus colegas o que ocorrera. Alguns ficaram impressionados, e uma colega então me falou: - Os dois homens eram na verdade dois anjos que Deus mandou para te livrar.
No trajeto do meu trabalho até a agência do Banco passei por uma rua pouco movimentada, porém bem central da cidade. De repente, sinto algo cutucando nas minhas costas na altura das costelas do lado direito e uma voz masculina dizendo: -"Continue andando, não faça nenhum movimento brusco, isto é um assalto, não tenho nada a perder, acabei de sair da cadeia e tenho AIDS." Percebi então que ele estava com a mão debaixo da sua blusa e não dava para ver se ele estava armado. Por via das dúvidas, melhor acreditar no que ele dizia.
Mandou-me que discretamente abrisse a bolsa, pegasse a carteira e retirasse o dinheiro que eu tivesse para entregar a ele. Falei: -Mas moço, não tenho nenhum centavo comigo.
Porém ele não acreditou e mostrou-se irritado e com pressa, antes que aparecessem pessoas na rua.
No meio dessa pressão, falei em pensamento com Deus assim: - Espírito Santo, não acredito que isto esteja acontecendo comigo!
Enquanto o tempo passava velozmente, tentando mostrar ao bandido que na minha carteira não havia dinheiro algum, tentando ganhar tempo..., pensei: - Ali na frente tem um hotel e, no que passarmos em frente, vou correr lá para dentro. Mas alguns metros de distância, pareciam léguas naquela momento crucial.
Antes de nos aproximarmos do hotel, percebi que vinham à uma certa distância em nossa direção, dois homens aparentemente quarentões, um moreno e outro loiro, ambos levemente calvos, e que se aproximaram muito rápido, apesar de parecer estarem andando tranqüilamente.
Para minha surpresa, os dois homens se depararam diante de mim e do bandido. Um deles encarou o assaltante, chamou-o de malandro e mandou que se retirasse dali imediatamente. O rapaz saiu em disparada atravessando para o outro lado da rua e desapareceu.
Então os dois homens me perguntaram se eu estava sendo assaltada e falei que sim, ainda trêmula. - É, disse um deles, percebemos. - Para onde você está indo?, me perguntou o outro. Falei: - Ao Banco. - Então vamos acompanhá-la, me disseram. E eles voltaram de onde vinham.
Achei tudo muito estranho. Eles vinham em sentido contrário ao meu. Ofereceram-se para me fazer companhia até o Banco, voltando em sentido contrário de sua trajetória. Parecia que não tinham nada para fazer na vida... Deixaram-me na porta do Banco, me disseram 'tchau' e, seguiram adiante, quando pela lógica, entendo que deveriam voltar.
Entrei no Banco, retirei algum dinheiro e depois almocei no restaurante de costume.
Ao retornar ao trabalho, contei para meus colegas o que ocorrera. Alguns ficaram impressionados, e uma colega então me falou: - Os dois homens eram na verdade dois anjos que Deus mandou para te livrar.
Agradeci a Deus pela proteção.
Eu já tinha certeza em meu coração de que Deus havia enviado anjos para me proteger.
Veio-me à mente uns versos do Salmo 91, que diz: "Não terás medo do terror de noite nem da seta que voa de dia, nem da peste que anda na escuridão, nem da mortandade que assola ao meio-dia."
Não é nada agradável ser assaltada, mas dou graças a Deus por Ele me dar a oportunidade de poder compartilhar com meus amigos a respeito do Seu amor e da Sua proteção. Ele está SEMPRE ao nosso lado.
Isto é muito bom!!!
Isto é muito bom!!!
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