Em Cristo estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento. (Colossenses 2:3)

Ninguém vos engane com palavras vãs; porque por essas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.(Efésios5:6)
Digo isso a vocês para que não deixem que ninguém os engane com argumentos falsos. (Colossenses 2:4)
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12 de abril de 2019

Tatuagens perigosas cujo significado muita gente desconhece



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As tatuagens são muito mais do que desenhos corporais expressivos. Para alguns grupos, tais marcas têm um significado especial que forma a imagem do seu dono. Se uma pessoa ostenta esses sinais em seu corpo, esse fato pode ser considerado um insulto e até falta de lealdade por estas facções.

O Incrível.club mostra as tatuagens mais perigosas do mundo que podem causar sérios problemas aos seus donos. A questão é que, por uma imagem inofensiva, em alguns países uma pessoa pode ir para a prisão ou até mesmo pagar com sua vida.


Lágrima
Uma lágrima sob o olho direito muitas vezes significa que seu portador cometeu um assassinato ou tentou cometê-lo. Muitos a fazem sob o olho esquerdo como um sinal de solidariedade, se uma pessoa próxima cumpre uma sentença de prisão ou morre tragicamente. Essa tatuagem pode causar problemas se for feita apenas para fins estéticos, porque, no mundo do crime, considera-se que cada desenho no corpo deve ser “merecido”.

Buda
A imagem de qualquer divindade é uma grande blasfêmia para os adeptos do Budismo, de modo que os turistas com essas “decorações” geralmente acabam tendo que prestar esclarecimentos aos policiais nos países budistas.

Yakuza
No Japão, o uso de tatuagens ao estilo yakuza é restrito a membros da máfia de mesmo nome e que é considerada o grupo mais influente e sanguinário do país. Portanto, todos os outros donos dessas marcas no corpo não são bem-vindos no país.

Trevo de três folhas
A tatuagem de um trevo de quatro folhas é muitas vezes feita para atrair boa sorte. No entanto, se o desenho tiver uma folha a menos, pode significar que a pessoa pertence a uma gangue criminosa irlandesa. Se um membro do grupo vir esta tatuagem e o seu dono não tiver nada a ver com o mundo do crime, pode haver problemas.

Arame farpado
No mundo do crime organizado, a tatuagem de arame farpado significa que a pessoa foi presa. Cada nó na imagem é equivalente a um ano de prisão. Portanto, se um cidadão cumpridor da lei faz esse tipo de desenho, ex-prisioneiros podem perceber isso como desrespeitoso e uma chacota, o que pode gerar complicações para seu dono.

Predador mostrando as presas
Uma pessoa comum associa um tigre mostrando as presas com coragem, valentia e força. Mas no mundo do crime, alguém que faz um desenho desse tipo declara que é propenso à violência e que está disposto a cometer crimes cruéis sem remorso. Se um cidadão comum, cumpridor da lei com uma tatuagem semelhante encontrar alguém do mundo do crime, um predador que mostre as presas pode causar um conflito, já que essa marca deve ser “conquistada”.

Anéis nos dedos

Os anéis tatuados são a maneira mais rápida e visível de dizer que seu portador esteve na prisão, onde ganhou respeito. Cada anel simboliza autoridade e experiência em atividades criminosas. Portanto, se um prisioneiro experiente vê essas tatuagens feitas apenas por beleza, isso será percebido como um insulto às “autoridades” do crime.

Cruz no peito
Tatuar uma grande cruz no peito é extremamente indesejável na Rússia. Afinal, é nesse ponto que tal figura é a marca registrada das autoridades criminosas mais perigosas do país. É muito arriscado fazer uma tatuagem desse tipo apenas para decorar o corpo, porque se você acidentalmente chamar a atenção de um criminoso, será visto como um impostor e poderá ser punido.

Teia de aranha
A teia de aranha é uma tatuagem muito autobiográfica de um prisioneiro. Conta sobre os anos de prisão ou a luta contra o vício em drogas. Um anel na teia de aranha significa um ano de um período difícil da vida. Esta marca serve aos ex-prisioneiros para reconhecer “os seus”, portanto, eles reagem muito negativamente com aqueles que fazem desenhos tão sérios para fins estéticos.

Coroa de cinco pontas
Nos Estados Unidos, a tatuagem de coroa de cinco pontas simboliza pertencer à gangue hispânica dos Latin Kings, a mais influente do país. Não é preciso dizer que, se um cidadão honesto com um desenho deste tipo se deparar com um representante de uma gangue, poderá ter problema.

3 pontos
Uma tatuagem modesta na forma de três pontos no mundo inteiro tem o mesmo significado: Minha Vida Louca. É um desenho que não conta nada específico sobre o dono, exceto que ele está envolvido de alguma forma no mundo do crime e violou a lei. Portadores de tais marcas no corpo são frequentemente recrutados por gangues criminosas e, se não tiverem nada a ver com esse mundo, poderá haver um mal-entendido.

Estrelas
As estrelas são uma tatuagem bem conhecida das pessoas que estão na prisão. Seu significado varia dependendo da localização do desenho. Por exemplo, nos joelhos significam que a pessoa não obedece ninguém e, nos ombros, indicam alta autoridade. Representantes do mundo do crime reagem negativamente a pessoas que tatuam símbolos sem merecer e apenas para fins estéticos, que são tão importantes para os prisioneiros.

Naipes
No mundo do crime organizado, cada naipe tem seu próprio significado. Portanto, uma tatuagem na forma de várias cartas pode dizer em detalhes sobre os crimes de seu dono, sua experiência em prisões e sua reputação. Se o significado delas não corresponder à experiência de vida da pessoa, isso será percebido como uma mentira e hipocrisia.

Rosa perfurada por um punhal
Nas prisões, essa tatuagem aparentemente romântica é feita no caso de uma pessoa entrar no local antes da maioridade. Uma rosa sem o punhal significa que um prisioneiro atingiu a maioridade quando já estava atrás das grades. Representantes do mundo do crime veem essa pessoa como um semelhante experiente, mas se o dono do desenho não o for, pode ter problemas.

Palhaço
No Brasil, por este desenho no corpo pode se pagar com a vida, pois é percebido como um grave insulto aos oficiais da lei: essas tatuagens são feitas em pessoas que tiraram a vida de um policial.

Sereia
A tatuagem de uma sereia tem um significado terrível na prisão. Os presos são frequentemente forçados a fazer um desenho desse tipo se cometeram um crime contra uma criança.

Tatuagens militares e políticas
Os portadores de tatuagens com temas políticos e religiosos devem estar prontos para defender suas crenças a qualquer momento. Em muitos países, tais desenhos no corpo são punidos por lei na forma de multas e até prisão, especialmente se as imagens ofenderem a religião e as crenças locais.



https://incrivel.club/admiracion-curiosidades/10-tatuajes- peligrosos-cuyo-significado-es-un-misterio-para-la-mayoria-de-la-gente-819610/?

http://www.realclear.com/offbeat/2014/07/24/7_most_notorious_prison_tattoos_what_they_mean_8023.html

4 de março de 2012

Apocalipse relata que Jesus tem Tatuagem na Coxa?


Há muitas pessoas que interpretam o texto de Apocalipse 19.16, "e no seu manto e na sua coxa um nome inscrito: REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES" como se o texto bíblico descrevesse um "Jesus tatuado". Já ouvi, inclusive, alguém dizer certa vez: "Galera, Jesus era um dos nossos! Ele também tinha uma 'tatoo' na sua coxa!". Tal equívoco interpretativo se deve a três causas principais:

a) ao desconhecimento do texto grego original do Novo Testamento, bem como, de suas regras gramaticais;

b) às traduções existentes em português que, com uma rara exceção, dão margem para que esse tipo de interpretação equivocada seja feita;

c) à conveniência, pois algumas pessoas interpretam convenientemente um Jesus tatuado em Ap 19.16, porque, ao fazerem isso, estão encontrando um apoio "bíblico" que legitima o uso de tatuagens por parte destas mesmas pessoas.

Particularmente, creio que o problema todo esteja principalmente nos dois primeiros itens. De qualquer forma, depois de receber vários emails de pessoas questionando sobre a hipótese de Apocalipse 19.16 descrever Jesus “tatuado”, resolvi escrever esse artigo a fim de tentar esclarecer o significado deste verso tão mal compreendido nos dias de hoje, principalmente pelos jovens. Vejamos, então, Ap 19.16 do ponto de vista lingüístico, teológico e cultural.

I – O PONTO DE VISTA LINGUÍSTICO

O texto grego original de Ap 19.16 diz o seguinte: kaì échei epì tò himátion kaì epì tòn meròn autou ónoma gegramménon. Basileùs basiléon kaí kýrios kyríon. Se traduzirmos este verso ao pé da letra, ele ficará dessa forma: "e tem sobre a veste e sobre a coxa dele um nome escrito: Rei dos reis e Senhor dos senhores".

No que diz respeito ao aspecto linguístico, observa-se no texto grego que a primeira e a sexta palavras do versículo (sublinhadas) são as mesmas. Trata-se da conjunção "kaì" que normalmente é traduzida como "e" ou "também", de acordo com o contexto em que ela aparece. Todavia, embora o primeiro "kaì" de Ap 19.16 possa ser traduzido como "e", ou seja, "e tem sobre a veste (...)", o segundo "kaì", por outro lado, pode ser entendido como um "kaì" epexegético ou explicativo. Em outras palavras, o segundo "e" do versículo, "(...) e sobre a coxa dele" deveria ser traduzido de forma explicativa, como, por exemplo, "ou seja", "isto é", "a saber”, "quer dizer" etc. Sendo assim, a tradução mais apropriada para Ap 19.16 seria: "e tem sobre a veste, isto é, [que está] sobre a sua coxa um nome escrito: Rei dos reis e Senhor dos senhores".

George Ladd, que concorda com a interpretação que estamos dando, oferece uma tradução ligeiramente diferente: "no seu manto, isto é, onde ele cobre sua coxa”. Ladd ainda acrescenta que "não é mencionada nenhuma razão por que o nome estaria escrito na coxa". Além de Ladd, Henry Alford também concorda com a nossa interpretação e faz o seguinte comentário:
"A maneira usual de tomar as palavras é supor o kaí epexegético ou definitivo das palavras anteriores, "sobre Sua veste", e que parte dela [da veste] está cobrindo Sua coxa".

Some-se a estes autores ainda a opinião de Champlin, segundo quem, entre outros significados, o texto também pode ser traduzido como "...sobre vestes, a saber, sobre sua coxa...", o que se harmoniza com o significado que entendemos ser o mais correto para esse texto.

Infelizmente, de todas as versões bíblicas em português que consultei, apenas uma traduz Ap 19.16 refletindo o seu significado de forma mais correta. Trata-se da Edição Contemporânea de João Ferreira de Almeida. Ela traduz Ap 19.16 assim: "No manto, sobre a sua coxa tem escrito o nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores".

Portanto, a partir da perspectiva linguística podemos assegurar que a frase “Rei dos reis e Senhor dos senhores” de Apocalipse 19.16 não está "tatuada" na "coxa" de Jesus. Muito pelo contrário, estes dizeres estão escritos na “veste” (ou “manto”) de Jesus, a qual, por sua vez, cobre a sua coxa.

II – O PONTO DE VISTA TEOLÓGICO

Antes de entrarmos no ponto de vista teológico em si, devemos dizer aqui que o livro de Apocalipse foi escrito aproximadamente na metade da década do ano 90 d.C. Isto quer dizer que ele foi escrito por João cerca de 50 a 60 anos depois da morte e ressurreição de Jesus. Portanto, Jesus já possuía (havia mais de meio século) um "corpo glorificado", imaterial, quando João escreve as linhas de Ap 19.16.

Já no que se refere ao aspecto teológico, Ap 19.16 está inserido dentro do contexto de uma visão que João teve (cf. Ap 19.11), devendo ser entendido, portanto, de forma "simbólica", isto é, "não-literal". Apesar de alguns comentaristas compreenderem Ap 19 à luz da queda da Babilônia – símbolo de Roma – conforme Ap 18, contudo, Ap 19 aponta para algo bem maior, a saber, a vitória escatológica completa de Deus e do Seu povo sobre o mal em geral, vista sob a perspectiva contextual mais ampla de Ap 19.11-21.8.

Assim, o título "Rei dos reis e Senhor dos senhores" escrito na "veste" de Jesus, se entendido corretamente de forma "simbólica", era aplicado, segundo a tradição judaica, ao próprio Deus, o qual era visto como Rei suserano que governava acima de todos os reis da Terra. Isto quer dizer que, Jesus, ao receber em Ap 19.16 o mesmo título majestoso que Deus recebia no judaísmo, estava se igualando a Ele em Sua glória e divindade.

Além do mais, se entendermos Ap 19.16 como uma referência literal à "coxa tatuada" de Jesus (se este fosse realmente o caso, o que não é), teríamos que entender literalmente também outra visão de João na qual Jesus é descrito como tendo: "cabelos brancos como a lã branca, olhos como chama de fogo, pés como latão reluzente, voz como a voz de muitas águas, boca da qual saía uma espada afiada e rosto como o sol" (cf. Ap 1.12-17), o que seria bastante complicado.

Enfim, sob a perspectiva teológica também podemos afirmar que Jesus não tinha uma "tatuagem" feita em sua "coxa".

III – O PONTO DE VISTA CULTURAL

Por fim, sob o ponto de vista cultural, creio que sejam bastante apropriadas as palavras de Champlin sobre Ap 19.16. Este autor nos fornece as seguintes informações:

"(...) havia um antigo costume de gravar o nome do artista sobre a coxa de uma estátua. (...) A arqueologia tem encontrado figuras assírias com inscrições gravadas sobre ela, bem como nas vestes que encobrem seus corpos. Também é verdade que os cavalos, entre os gregos, traziam sinais identificadores sobre suas pernas traseiras".

Porém, Keener explica que "na antigüidade romana, os cavalos e as estátuas eram às vezes marcados com ferro na coxa, mas as pessoas não". Aliás, esses exemplos fornecidos por Champlin e Keener, note-se, são extraídos de um contexto "pagão" (assírio e greco-romano), e não "judaico" ou "judaico-cristão"! Vale citar aqui as palavras de Alfred J. Kolatch, segundo quem,

"Foi proibido aos judeus fazerem isto [isto é, tatuagens ou incisões no corpo] não só porque era sinal de idolatria, mas também porque vai contra as proibições bíblicas de derramar sangue e maltratar o corpo que Deus deu ao ser humano".

Tendo esses dados em mente, seria, então, simplesmente impensável imaginar um judeu dos tempos bíblicos tatuado (e Jesus era judeu!). Tal fato seria o cúmulo do sacrilégio!

Portanto, do ponto de vista cultural também não é correto afirmar que Jesus possuía uma "tatuagem" em sua "coxa". Tal prática seria totalmente estranha à cultura (judaica) da qual ele, Jesus, fazia parte.

CONCLUSÃO

Concluindo, um dos grandes problemas que ocorre na interpretação da Bíblia é que nós, muitas vezes, a fazemos partindo do nosso próprio contexto vivencial. Dito de outra maneira, muitas vezes nós projetamos para dentro da Bíblia nossas experiências pessoais, vivências, pressuposições e ideologias – o que é chamado no campo da interpretação bíblica de "eisegese", em vez de buscarmos extrair do texto bíblico aquilo que ele próprio quer nos dizer – o que é conhecido como "exegese".

Bem, de qualquer forma, cada um é livre para fazer o que quiser do "seu" corpo (o qual, na verdade, não é "seu", mas de Deus, quem o criou e, portanto, detém direitos sobre ele). Porém, se alguém for fazer qualquer tatuagem no corpo, fique à vontade. Só não vá, entretanto, sair dizendo por aí que está fazendo isso porque a "tatuagem" que Jesus tinha em sua "coxa" te autoriza a proceder dessa forma!

Abraços,

Carlos Augusto Vailatti

BIBLIOGRAFIA
ALAND, Barbara et al. The Greek New Testament. Stuttgart, Deutsche Bibelgesellschaft, 2005.
ALFORD, Henry. The Greek Testament. Vol. IV. [Hebrews-Revelation]. Chicago, Moody Press, 1968.
ALMEIDA, João Ferreira de. (trad.). Bíblia Sagrada. (Edição Revista e Atualizada). São Paulo, Sociedade Bíblica do Brasil, 1993.
BLASS, F. & DEBRUNNER, A. Greek Grammar of the New Testament and Other Early Christian Literature. [Trad. Robert W. Funk]. Grand Rapids, Zondervan, 1976.
CHAMPLIN, R. N. O Novo Testamento Interpretado: versículo por versículo. Vol. VI. São Paulo, Editora e Distribuidora Candeia, 1995.
DEMOSS, Matthew S. Dicionário Gramatical do Grego do Novo Testamento. São Paulo, Editora Vida, 2004.
HÖRSTER, Gerhard. Introdução e Síntese do Novo Testamento. Curitiba, Editora Evangélica Esperança, 1991.
KEENER, Craig S. Comentário Bíblico Atos: Novo Testamento. Belo Horizonte, Editora Atos, 2005.
KOLATCH, Alfred J. 2º Livro Judaico dos Porquês. São Paulo, Editora e Livraria Sêfer Ltda, 1998.
LADD, George Eldon. Apocalipse: introdução e comentário. São Paulo, Vida Nova / Mundo Cristão,1992.
THOMPSON, Frank Charles. Bíblia de Referência Thompson. [Edição Contemporânea, baseada na Tradução de João Ferreira de Almeida]. Deerfield, Editora Vida, 1994.
Fonte www.estudosgospel.com.br

28 de janeiro de 2011

Tatuagens: “Vós adorais o que não sabeis”


Durante toda a História do homem as tatuagens sempre estiveram associadas ao paganismo, demonismo, misticismo, xamanismo, adoração de baal, canibalismo e praticamente todas as prácticas pagãs conhecidas. As tatuagens NUNCA estiveram associadas ao Cristianismo nem a Cristãos firmes crentes na Palavra de Deus.

Para além disso, sempre que o Cristianismo entra numa cultura, as tatuagens (tal como o paganismo) desaparecem. A única excepção são os mornos, carnais, e desobedientes “Cristãos” laodecianos.

O nascimento das tatuagens deu sempre origem ao crescimento de religiões pagãs e misticismo. Sem excepção, pesquisa após pesquisa, estudo após estudo, livro após livro confirmam exactamente isso: as tatuagens estão relacionadas ao paganismo.

A documentação que se segue é apenas uma pequena gota de água no oceano de documentação que comprova a origem ocultista e demoníaca das tatuagens.

Lembrem-se duma coisa: a documentação que se segue é feita por livros pró-tatuagem a listar a óbvia ligação espiritual e conexão religiosa das tatuagens. Não são escritores Cristãos a tentar colocar as tatuagens sob uma má luz.

Por mais que o “Cristão” carnal e rebelde tente justificar a sua lógica distorcida para se tatuarem com a marca demoníaca proibida, os factos falam mais alto – suportados por toneladas de pesquisas e documentação escritas por autoridades pró-tatuagens:
  • O fundamento, origem, propósito e significado das tatuagens encontra-se no demonismo pagão, xamanismo, adoração de baal e misticismo ocultista.
Em muitas culturas, o tatuador é ao mesmo tempo um xamã, um “magick-man”, um sacerdote ou sacerdotisa. De acordo com o dicionário, o xamã é um intermediário entre o mundo natural e o mundo sobrenatural, usando magia para curar doenças, prever o futuro e controlar as forças espirituais (www.infoplease.com/ipd/A0648969.html).
Tatuar o corpo é muitas vezes um ritual mágico em culturas mais tradicionais e o tatuador é um sacerdote ou xamã respeitado.
(Michelle Delio, Tattoo: The Exotic Art of Skin Decoration, p. 73)
Nas Ilhas Fiji, Formosa, Nova Zelândia e em certas tribos índias norte americanas, tatuar era visto como uma cerimónia religiosa levada a cabo por sacerdotes e sacerdotisas.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 64)
O processo de tatuar um corpo, que envolvia rituais complexos e tabus, só poderia ser feito por sacerdotes, e estava associado a crenças que eram conhecidas apenas pelos membros da casta sacerdotal.… Hambly concluiu que, historicamente, tatuar se tinha originado em conexão com rituais antigos de escarificação e sangria que estavam associadas com prácticas religiosas destinadas a colocar a alma humana em harmonia com forças sobrenaturais, e garantir a continuidade entre esta vida e a próxima.
(Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 158)
O tatuador, o xamã ou o sacerdote ocultista muitas vezes usa a tatuagem como um ponto de contacto, ou zonas de entrada para o mundo espiritual. A tatuagem não só é muito mais que só uma “decoração corporal” mas também é muito mais que uma camada de tinta cortada para dentro da pele.
De facto, até ao século 20, a tatuagem foi sempre um veículo para invocações religiosas pagãs. Mesmo hoje, em muitos países ocidentais, acredita-se que a tatuagem é uma ponte para o mundo sobrenatural. A famosa bruxa e autora Laurie Cabot escreve o seguinte sobre as tatuagens:
As origens da tatuação estão relacionadas com artes mágicas antigas.
(Laurie Cabot, Power of the Witch, cited in Masonic and Occult Symbols Illustrated by Dr. Cathy Burns, p. 301)
De acordo com Amy Krakow no sua crónica The Total Tattoo Book, ‘tatuar sempre teve funções bem definidas: marcar um ritual de passagem duma fase da vida, invocar os espíritos, orgulhosamente, desafiadoramente ou sorrateiramente mostrar quem tu és através da arte corporal.’
Muitas tribos praticavam tatuação terapêutica. Os Ojibwa, por exemplo, tatuavam as têmporas, a testa e as bochechas daqueles que sofriam de dores de cabeça ou dores de dentes que eles julgavam terem sido causadas por espíritos malignosMúsicas e danças que eram supostas exorcizar os demónios acompanhavam a cerimónia de tatuação.
(Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 90)
A tatuagem centra-se na personalização do corpo, tornando-o num verdadeiro corpo e templo digno do espírito que habita dentro dele. . .Tatuar o corpo, portanto, é uma forma de manter as necessidades espirituais e materiais do meu corpo em equilíbrio.
(Michelle Delio, Tattoo: The Exotic Art of Skin Decoration, p. 8)
Entre as taras actuais no que de tatuagens se trata, existem as “tatuagens tribais” – que mais não são que puro paganismo. As tatuagens tribais são designs que possuem simbolismo místico sério e significado ocultista. As tatuagens tribais em especial são canais possíveis para a possessão espiritual e demoníaca.
Quando os designs são escolhidos com cuidado, as tatuagens possuem um poder e magia próprias. Elas decoram o corpo mas ao mesmo tempo engrandecem a alma.
(Michelle Delio, Tattoo: The Exotic Art of Skin Decoration, p. 13)
O motivo pelo qual perfurar a pele pode ser considerado com algum grau de admiração não é difícil de encontrar, uma vez que, em primeiro lugar, há o derramamento se sangue – o que para o mundo selvagem é algo cheio de significado como um factor de rejuvenescimento e imortalidade.Há em adição a abertura de várias entradas por onde o mal pode penetrar. . .
(Hambly Wilfrid D. 1925. The History of Tattooing and its Significance, p. 233, cited in Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 162)
A revista Rolling Stone descreve o famoso artista tatuador durante a tatuação como alguém . . . . que permite que os seus demónios-clientes o ajudem a guiar a agulha.
(Rolling Stone magazine, March 28, 2002, p. 40)
A tatuação birmanesa tem sido associada com a religião há milhares de anos. O acto de tatuar entre os grupos indígenas da América do Norte . . . . está fundada na esfera espiritual também.
(Laura Reybold, Everything you need to know about the dangers of tattooing and body piercing, p. 15)
Crânios impressos na pele abundam e representações do Anjo da Morte (eng: “Grim Reaper”) são vistas com regularidade. . . . Estas imagens,indelevelmente marcadas na pele, reflectem a incerteza em relação ao futuro e sublimam o medo universal do desconhecido.
Possivelmente, e ao mesmo tempo, o uso da figura de morte no corpo pode ser uma invocação de quaisquer que sejam as forças indefiníveis da natureza e do cosmos que existem, numa tentativa de proteger de tal destino quem carrega a tatuagem.
(Henry Ferguson and Lynn Procter, The Art of the Tattoo, p. 76)
No seu livro exaustivo Art, Sex and Symbol, Ronald Scutt foca-se em grande detalhe na história e na cultura das tatuagens. Scutt documenta que, na maioria das vezes, as tatuagens estão associadas a propósitos espirituais, religiosos e místicos. A documentação seguinte é do livro de Scutt:
De facto, tendo em vista o seu desenvolvimento subsequente, é muito mais provável que as tatuagens tenham um significado místico, ou que tenham sido usadas como um símbolo de estatuto…
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 22)
[Tatuar] “Em associação com a adoração do Sol, construções megalíticas, perfuração das orelhas, adoração da serpente . . . “
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 22)
Acredita-se que estas marcas [tatuagens] estão associadas à adoração da deusa do Sol Neith.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 24)
Seja o que fôr, as tribos primitivas estavam sem dúvidas convencidas que o espírito, havendo escapado do corpo por altura da morte, retinha uma réplica do anfitrião terrestre. Devido a isso, eles usavam as tatuagens como identificação no próximo mundo e um passaporte para a futura felicidade.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 63)
Os índios Mohave instituíram a tatuação do queixo em ambos os sexos porque acreditava-se que um tipo de Juiz observava todos os que chegavam ao Sil’aid (Terra dos Mortos) e se um homem não tivesse marcas na sua face, Ele [o Juiz] enviava-o para o submundo onde os ratos do deserto estão.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 63)
Entre outras tribos índias existia a convicção que durante a viagem em direcção aos céus – em direcção às “muitas moradias” – eles seriam parados por uma mulher velha e examinados (em busca de tatuagens na testa, no queixo ou no pulso). Se não houvesse alguma, o soldado desafortunado seria empurrado de um ponto alto e lançado na Terra sem esperança de alguma vez readquirir aceitação no mundo espiritual.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 63)
Os Hindus em Bengal acreditavam que sem tatuagens os pais não seriam capazes de reconhecer os fulhos no outro mundo.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 63)
Outras tribos defendiam que as mulheres sem tatuagens serviriam de comida para os deuses.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 64)
No entanto, a adoração do deus-Sol baal envolvia a marcação das mãos com o sinal divino [tatuagens] numa tentativa mística de adquirir força.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 64)
De acordo com as pesquisas e estatísticas, Scutt lista as razões que levam as pessoas a fazer uma tatuagem e a segunda razão é: “garantir um lugar no céu”.
“Razões para fazer uma tatuagem: 
2. Garantir um lugar no céu.
5. Aplacar os maus espíritos na altura da morte
6. Adquirir características especiais através do totemismo e a adoração de ancestrais.
9. Tornar o corpo sexualmente interessante.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 13)
O Dr. Hambly, provavelmente o maior historiador e pesquisador de tatuagens que alguma vez viveu, escreve vez após vez que as tatuagens baseiam-se em rituais religiosos e espiritismo pagão. Qualquer estudo honesto e sério em torno das origens e fundamentos das tatuagens vai claramente expôr as intenções demoníacas e sobrenaturais das mesmas.
No seu popular livro “Tattoo History: A Source Book”, o entusiasta das tatuagens e historiador, Steve Gilbert cita alguns factos históricos encontrados que Hambly encontrou durante a sua extensa pesquisa.
[Hambly] recontou uma vasta gama de exemplos que ele havia escolhido da pesquisa dos antropólogos em muitas partes do mundo. O propósito das tatuagens era:
Prevenir as dores
Proteger o corpo das feridas causadas com armas
Dar força sobre-humana
Preservar a juventude
Aumentar os poderes sobrenaturais do xamã
Garantir a sobrevivência da alma depois da morte
Identificar a alma no além
Atrair a boa sorte.
Proteger o corpo da bruxaria
Garantir a protecção duma divindade
Conferir poderes ocultistas
Prevenir o afogamento
Exorcizar os demónios
Garantir a protecção por parte dum animal totémico ou guarda espiritual
Lembrar uma peregrinação a um lugar santo
etc.
O GRANDE INIMIGO DAS TATUAGENS: O SENHOR JESUS CRISTO
Segundo a História, sempre que as tribos pagãs (com o hábito de usar tatuagens) se convertiam ao Cristianismo, sem excepção, uma das primeiras prácticas pagãs a desaparecer era o uso de tatuagens [II CORÍNTIOS 5:17].
E porquê? Porque, ao contrário dos “Cristãos” desobedientes e carnais da actualidade, os pagãos convertidos SABIAM que as tatuagens são contra a Palavra de Deus. O Espírito Santo rapidamente dizia aos pagãos convertidos: “Agora que és meu, não quero tatuagens no teu corpo“.
E os ex-pagãos, ao contrário dos Cristãos ocidentais, OBEDECEM.
Tal como aconteceu nas civilizações que usavam as tatuagens, quando estas tribos pagãs se converteram ao Cristianismo, os seus rituais religiosos e culturais (que incluíam o uso de tatuagens, piercing eescarificação) forma tornados banidos.
(Jean-Chris Miller, The Body Art Book : A Complete, Illustrated Guide to Tattoos, Piercings, and Other Body Modifications, p.9)

Quando o Senhor Jesus chega, as tatuagens desaparecem.
Sempre que os missionários se depararam com tatuagens, eles irradicaram-nas.
(Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 101)
Embora estas e outras modificações corporais tenham continuado a ser praticadas no “underground” como forma dos não-Cristãos se identificarem uns aos outros, Deus te livre de seres apanhado e teres as tuas marcas reveladas.
(Jean-Chris Miller, The Body Art Book : A Complete, Illustrated Guide to Tattoos, Piercings, and Other Body Modifications, p.11)
O autor deste texto diz o seguinte:
Tenho muitos amigos que fizeram tatuagens antes de aceitarem a salvação. Sem excepção alguma, todos eles estão hoje em dia envergonhados com as suas tatuagens, e sempre que podem, tentam escondê-las.
Mas antes de terem sido salvos – tal como as tribos pagãs – eles orgulhosamente exibiam as suas tatuagens.
Deixem-me acrescentar uma coisa: muitos deles começaram a sentir vergonha das tatuagens ANTES de lerem Levítico 19:28, ou antes de alguém os dizer que as tatuagens são condenáveis.
Depois de receberem o Senhor Jesus Cristo, e com a ajuda da infusão do Espírito Santo, eles SABIAM que as tatuagens desagradam a Deus.
Glória a Deus por tal evidência de unidade no Espírito.
Um testemunho poderoso em torno do autor das tatuagens é descrito por Steve Gilbert:
Quando Cortez e os seus conquistadores chegaram às costas do México em 1519, eles ficaram horrorizados por descobrir que os nativos não só adoravam demónios em forma de estátuas e ídolos, como de alguma forma haviam conseguido imprimir imagens indeléveis destes ídolos na sua pela.Os espanhóis, que nunca haviam sido expostos às tatuagens, reconheceram rapidamente isto como obra do Satanás.
(Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 99)
Embora os Católicos espanhóis nunca tivessem sido expostos a tatuagens, elesreconheceram rapidamente isto como obra do Satanás”. No entanto, os desobedientes, carnais e rebeldes “Cristãos” actuais dizem coisas ridículas como “marcarem-se para Jesus” (!).

AS TATUAGENS E O MUNDO CIVILIZADO.
Alguém pode dizer “Mas isso foi nas idade das trevas. Isso foi nas terras pagãs. Tudo isso mudou hoje em dia. Hoje ninguém faz relação entre as tatuagens e rituais espirituais pagãos.
Fazem sim senhor!
Estas tatuagens agem como talismãs protectores e conferidores de poder a quem o usa. Há até alguns artistas corporais que executam tatuagens ritualistas, piercingmarcações, e cortes. Eles podem até sugerir que tu consultes o teu quadro astrológico como forma de escolheres a melhor altura para fazer a tua arte corporal. Eles irão arder incenso e acender velas.
(Jean-Chris Miller, The Body Art Book : A Complete, Illustrated Guide to Tattoos, Piercings, and Other Body Modifications, p. 29)
Alguns tatuadores no Ocidente estão a experimentar tatuação ritualista. Este método de trabalho incorpora rituais para a criação deum espaço sagrado na área onde a tatuagem será posicionada. Usualmente incenso é queimado e os deuses convidados para abençoar os resultados.
(Michelle Delio, Tattoo: The Exotic Art of Skin Decoration, p. 75)
TATUAGENS: O CÁLICE DOS DEMÓNIOS.
Não podeis beber o cálix do Senhor e o cálix dos demónios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demónios..
1 CORÍNTIOS 10:21



FONTE:
http://darwinismo.wordpress.com/2011/07/09/tatuagens-vos-adorais-o-que-nao-sabeis/


1 de junho de 2010

OS CRISTÃOS, AS TATUAGENS E OS PIERSINGS - 4


por Vinicius.BIG 

Não vou condenar nem exaltar o uso de tatuagens, piercings, etc...
Vou apenas expor a minha opinião sobre o assunto. A maneira como eu vejo as coisas.

Não tenho piercings nem tatuagens. Não que eu não tenha vontade de fazer. Sempre pensei em ter um piercing na orelha. Mas nunca fiz. E não farei.

O primeiro motivo (que já é forte o suficiente!) é que isso não seria aprovado pelos meus pais. Como cristão devemos honrar nossos pais.
Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o SENHOR teu Deus te dá. (Ex 20.12

Mas eu sei que tem muito pai e mãe por ai que não são como os meus. Muitos permitem e até incentivam isso.
Escolhi não fazer o tal piercing quando aprendi um versículo que muita gente não dá importância.
Bom é não comer carne, nem beber vinho, nem fazer outras coisas em que teu irmão tropece, ou se escandalize, ou se enfraqueça. (Rm 14:21)

Não devemos fazer nada que possa escandalizar nosso irmão.

Piercins e tatuagens tem simbologias e significados intrínsecos a eles. Ainda são ligados à rebeldia, à malandragem, ao sujo. Ambos têm sua origem em rituais religiosos. Não quero que as pessoas tenham essa impressão de mim. Não quero pecar.

Já vi gente comentando: "Mas a Bíblia não condena isso!" ou "Não existe na Bíblia essa proibição". E acabam usando isso de justificativa para varias situações. A bebida é um exemplo! Tudo o que fazemos que venha a escandalizar ou enfraquecer nosso irmão é pecado. Mesmo que a Bíblia não diga isso, mesmo que em um evento isolado não seja.

É por isso que não considero pecado os brincos para as mulheres. Já não escandaliza. É da cultura da sociedade. Por causa desse versículo, eu escolhi não fazer um piercing. Porque se eu tivesse um, poderia causar.

Não podemos esquecer que somos chamados pelo Senhor para sermos diferentes, separados deste mundo. Não temos que compartilhar os prazeres e práticas dele.

Temos que ser nós, exemplos para o mundo e exemplo para os fiéis.
Ninguém despreze a tua mocidade; mas sê o exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé, na pureza. (Tm 4:12)

Somos chamados para sermos seguidores de Cristo.

Pense sobre isso!


por Vinicius.BIG
http://www.infiltradosnomundo.com.br/2011/02/meu-piercing.html#more