Em Cristo estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento. (Colossenses 2:3)

Ninguém vos engane com palavras vãs; porque por essas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.(Efésios5:6)
Digo isso a vocês para que não deixem que ninguém os engane com argumentos falsos. (Colossenses 2:4)
Mostrando postagens com marcador CULTO. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador CULTO. Mostrar todas as postagens

5 de maio de 2019

Quando o culto vira crime


Imagem relacionada


Poderia a igreja se transformar no lugar mais perigoso do mundo? Parece que sim!

Uma das maiores insistências dos cristãos mais religiosos e fervorosos é que os seus amigos frequentem uma igreja. A verdade é que muitos crentes sinceros e muito dedicados chegam até mesmo a ser impertinentes com seus colegas, convidando-os para visitarem uma igreja e se integrarem a ela. Não resta dúvida de que frequentar uma igreja bíblica e cultuar a Deus é uma prática muito boa, conforme o ensino do Novo Testamento (Hebreus 10:25). Afinal de contas, não custa muito gastarmos um tempo para agradecer ao Senhor por tantas bênçãos recebidas na vida, juntamente com a comunidade do povo de Deus.

Todavia, a mera frequência a reuniões religiosas e a prática externa da fé não comprovam uma espiritualidade sadia, como já bem advertia o profeta Isaías há quase 2.800 anos (Isaías 1:12). Parece estranho e inimaginável, mas a grande verdade é que a prática do cultuo a Deus pode até se tornar algo muito mais perigoso do que se pensa. Por esta razão, o texto de Gênesis 4 vai nos trazer uma história surpreendente que ilustra, com clareza, essa realidade.

Depois do pecado de Adão e Eva e de sua expulsão do jardim do Éden (Gênesis 3), somos informados do nascimento de seus dois primeiros filhos: Caim e Abel. O filho mais velho, Caim, tornou-se agricultor; Abel era pastor de ovelhas. A Bíblia nos conta que, certa vez, eles foram prestar um culto a Deus. O texto prossegue e nos informa que Caim ofereceu um culto inadequado, de maneira que Deus rejeitou sua oferta. Diante disso, ele foi tomado de muito ressentimento e de terrível inveja de Abel; assim, de modo premeditado, acabou matando seu irmão. Um homicídio! Quem poderia imagina!? Não parece loucura que o primeiro assassinato da história bíblica tenha começado num culto?! A conexão entre religião e violência aparece logo no início das Escrituras. Com certeza, isso não é em vão. Poderia a igreja se transformar no lugar mais perigoso do mundo? Parece que sim!

Uma olhada atenciosa em Gênesis 4 nos revelará que Caim ofereceu “qualquer coisa” para Deus, enquanto Abel escolheu o melhor. Caim trouxe do fruto da terra, uma oferta ao Senhor (Gênesis 4:3).

A atitude de Caim deu início a uma queda livre na direção do pecado e da morte. Tudo começou com a sua atitude perante Deus. Enquanto Abel escolhe a melhor oferta possível de seu rebanho, Caim entende que Deus pode receber “um fruto da terra”, “uma coisa qualquer”. Assim, desprezando a Deus, Caim o considerou alguém nada especial e trouxe-lhe uma oferta comum. Seu culto mal oferecido é rejeitado. Em vez de arrepender-se e de realinhar sua conduta, Caim se entrega ao ressentimento e à revolta interior. A ruptura com Deus o leva à ruptura com o próximo. Como se pode ver no texto, mais tarde, dominado pela inveja, Caim atacou seu irmão e o matou. E, apesar da insistente graça divina que buscou Caim tantas vezes, sua atitude foi sempre de justiça própria e de rebelião. Deus fala com Caim quatro vezes, sempre oferecendo uma oportunidade de repensar sua vida e postura. Caim torna-se o retrato de como pode ser terrível o caminho de uma falsa expressão de fé.

Quando olhamos com atenção para a história de Caim, vamos descobrir que os problemas mais terríveis da vida começam muito pequenos. Fascinados por aquilo que tem proeminência e visibilidade, perdemos o foco no que é essencial e vital. A ruptura com Deus traz a ruptura psicológica (revolta e ressentimento); isso pode nos levar à ruptura fraternal (inveja, ódio, homicídio) e a criação de uma tradição de tragédias (a genealogia de Caim e suas cidades), que sofrerá o juízo divino. Por isso, devemos ter o maior cuidado possível.

É terrível, mas é verdade: o primeiro homicídio da história teve início num culto feito de qualquer jeito! Que Deus nos livre de tão terrível defeito! Afinal, quem crê em Deus e sua Palavra, deve prestar-lhe adoração perfeita.

Parece coisa de filme: Se Deus não for adorado direito, o culto vira crime!


Luiz Sayão é professor em seminários no Brasil e nos Estados Unidos, escritor, linguista e mestre em Língua Hebraica, Literatura e Cultura Judaica pela Universidade de São Paulo (USP).
https://pleno.news/opiniao/luiz-sayao/quando-o-culto-vira-crime.html?


25 de junho de 2017

O culto que desonra ao Senhor


 Resultado de imagem para O culto SHOW

Por Silas Alves Figueira

Texto base: Malaquias 1.6-14

O profeta Malaquias surge no cenário da história cerca de cem anos depois que o povo judeu havia voltado do cativeiro babilônico. Provavelmente já havia passado a época de Ageu, Zacarias, Esdras e Neemias, e o próprio povo já começava a se instalar na terra; porém, não com a mesma prosperidade que antes [1].

Devido a isso, o povo caiu em profundo desânimo espiritual, a começar pelos sacerdotes. Quando eles começaram a observar que as profecias antigas não estavam se cumprindo como o esperado, tanto os sacerdotes quanto o povo começou a achar que o Senhor havia se esquecido deles. Por sua vez, o templo que antes era monumental, comparado com o que eles haviam reconstruído era sem expressão. Com isso a desmotivação tomou o coração das pessoas e os sacerdotes começaram a exercer o seu ofício sem temor e se corromperam totalmente. Devido a isso o culto estava totalmente corrompido também.

É nesse cenário da história que o Senhor levanta o profeta Malaquias para corrigir o seu povo e, principalmente, os sacerdotes; homens que foram levantados por Deus para levar o povo à adoração e temor ao Senhor. No entanto, o modo como estavam servindo ao Senhor era uma desgraça para o nome dele [2]. Diante dessa situação, o Senhor levanta o profeta Malaquias para que tanto os sacerdotes, quanto o povo se voltem para o Senhor.

Os profetas eram o último recurso de Deus para comunicar sua vontade ao povo. Deus levanta os profetas, que vinham no poder do Espírito Santo e na autoridade de Deus, chamando o povo ao arrependimento ou advertindo-o das consequências de seus atos. Às vezes pensamos que o papel do profeta era prever o futuro, que essa era a função principal, mas na verdade não era – a previsão do futuro era uma parte relativamente pequena do seu ofício. A tarefa do profeta era chamar o povo ao arrependimento e à obediência da Lei [3]. E foi para isso que o profeta Malaquias havia sido levantado pelo Senhor: trazer os sacerdotes e o povo de volta para Ele observando a Sua Lei e o que nela era exigido.

Quando que o culto desonra ao Senhor?

EM PRIMEIRO LUGAR, O CULTO DESONRA AO SENHOR QUANDO O CULTO SE TORNA SEM TEMOR E SEM ESPIRITUALIDADE (Ml 1.6,7).

Malaquias inicia essa mensagem fazendo uma declaração indiscutível: “O filho honra o pai e o servo ao seu senhor” (1.6). A primeira relação envolve afeição e a segunda respeito. Mas os sacerdotes não demonstraram nem amor nem respeito a Deus [4]. Os sacerdotes estavam totalmente apáticos em relação a dar a Deus a honra que lhe era devida. Eles perderam o temor e como consequência a espiritualidade deles foi a zero.

Quando liderança perde o temor a Deus e a espiritualidade algumas coisas ocorrem:

1º – Há um total desprezo a Deus e ao culto a Ele oferecido. Os sacerdotes perderam a fidelidade a Deus e a Sua Palavra. Havia culto, mas não havia adoração. Havia culto, mas os sacerdotes não se preocupavam em observar os preceitos da Palavra de Deus. Eles se tornaram profissionais da religião. Eles andavam na contra mão dos ensinamentos bíblicos. Honravam líderes humanos, mas não honravam a Deus.
Hernandes Dias Lopes diz que a apostasia começa na liderança. As falsas doutrinas começam nos seminários, descem aos púlpitos e daí matam as igrejas. Os desvios da teologia desemboca no desvio moral: o liberalismo, o sincretismo e a ortodoxia morta desembocam em vida relaxada [5].

2º – A liderança se torna canal de maldição de não de bênção (Ml 2.2). A maldição nada mais é que a punição da quebra da Lei. Talvez a palavra mais adequada aqui seja castigo. Tanto o mundo físico quanto o mundo espiritual são regidos por leis. A diferença entre uma lei e um conselho é que a lei é sancionada pela punição, caso contrário, ela perderia sua força, trazendo o caos para os relacionamentos. Por mais que as pessoas estejam acostumadas com a impunidade, espiritualmente a lei de colher o que semeia não será quebrada (Gl 6.7) [6].
A liderança jamais é neutra, ela é uma bênção ou maldição. Sempre que um líder transgride, ele é um laço para o povo. A liderança é como um espelho. O espelho para ser útil precisa estar limpo, ser plano e estar bem iluminado. A vida do líder é a vida da sua liderança, mas os pecados são os mestres do pecado [7].

3º – Há um total cinismo e falta de temor a Deus (Ml 1.7). Eles foram repreendidos, mas não demonstram nenhum arrependimento. Eles foram corrigidos, mas pouco se importaram com que o Senhor estava lhes falando.
O mesmo tem ocorrido hoje. O Senhor não deixou de falar com seu povo. A Palavra está nas mãos dos líderes e eles têm por obrigação lê-la e praticá-la, mas quantos estão interessados nisso? Muito poucos, infelizmente. Muitos estão distorcendo a Palavra para se beneficiar através dela; e o povo que não lê a Bíblia acredita nesses falsos líderes, embora muitos que se juntam a eles são iguais a eles também. Buscam a Deus para se beneficiarem ou para simplesmente como rotina de vida. São religiosos, mas não adoradores, por isso oferecem qualquer coisa num total cinismo e falta de temor a Deus.

EM SEGUNDO LUGAR, O CULTO DESONRA AO SENHOR QUANDO O CULTO HONRA AOS HOMENS, MAS NÃO HONRA A DEUS (Ml 1.8,9).

Eles não tinham coragem de oferecer ao governador a oferta que ofereciam a Deus. Honravam os líderes humanos, mas não honravam a Deus. Entregavam para o sacrifício animais que era inadmissível oferecer há uma pessoa. Mas queriam a bênção do Senhor sobre as suas vidas oferecendo esse tipo de coisa a Ele. As pessoas buscavam agradar ao governador, mas estavam longe de agradar a Deus. E isso não é diferente dos dias de hoje.
Estamos vivendo a época do culto as celebridades. O culto hoje, em muitas igrejas, é antropocêntrico e não Cristocêntrico. Os cultos tem sido mais uma apresentação que culto a Deus. Tem sido mais show que verdadeira adoração. As pessoas estão mais preocupadas com a roupa que vão à igreja do que com a roupa espiritual. Esse antropocentrismo tem gerado crentes adoradores de selfies e não adoradores do Senhor.

1º – O culto antropocêntrico adora aos homens e não a Deus. Há um respeito exacerbado aos líderes humanos, mas não a Deus que é o verdadeiro Senhor. Por isso que o Senhor diz para ao povo para apresentar o sacrifício que ofereciam ao Senhor ao governador e vê se ele aceitaria.
Hoje muitas pessoas vão à igreja por causa do cantor que irá se apresentar, por causa do pastor popstar que irá pregar. Por que é a igreja da moda. Porque tem muitos jovens. Mas não vão por causa de Deus.

2º – O culto antropocêntrico honra mais aos homens que a Deus. Há mais respeito em muitos púlpitos por aí aos políticos que neles se apresentam que ao Senhor de toda a terra. Há uma bajulação a esse tipo de pessoa que a Deus. Alguns cantores são tratados como deuses. Já o pregador muitas vezes mal recebe uma oferta.
Teve um irmão que disse que foi pregar em uma igreja. Chegando lá havia um cantor famoso que iria se apresentar. O cantor recebeu uma oferta de trinta mil reais e o pastor uma oferta de hum mil quinhentos reais. Esse irmão disse que não havia cobrado nada para estar ali, mas o que fizeram era algo totalmente desproporcional. Honram mais o cantor que o pregador da palavra.

EM TERCEIRO LUGAR, O CULTO DESONRA AO SENHOR QUANDO SE OFERECE RESTO E NÃO AS PRIMÍCIAS (Ml 1.8,9,13,14).

É preferível não ter religião alguma do que ter uma religião que não dá a Deus o que há de melhor. Se o nosso conceito de Deus é tão baixo a ponto de pensarmos que ele se agrada com uma adoração indiferente, então não conhecemos o Deus da Bíblia. Na verdade, um Deus que nos incentiva a fazer menos do que o nosso melhor não é um Deus digno de adoração [8].

Os animais que haviam sido oferecidos como ofertas eram cegos, aleijados, rasgados por feras, roubados e até doentes. Isso era um insulto a Deus. Até homens famintos evitariam comer tais animais. Essa prática era contrária a orientação bíblica (Lv 22.20; Dt 15.21). Mas os sacerdotes não estavam se importando com isso.

Mas por que os sacerdotes ofereciam tais animais?

1º – Porque tais sacerdotes também não ofereciam a Deus o que tinham de melhor. Eles não eram capazes de corrigir o povo, pois eles não eram sacerdotes irrepreensíveis.
Eles eram piores que o povo, pois o povo na verdade os imitava. Eles estavam agindo iguais Hofni e Finéias filhos do sacerdote Eli (1Sm 2.12-17,22,27-29).
Muitos líderes hoje também não corrigem o povo porque eles mesmos andam em pecado. Não tem compromisso com Deus, mas são filhos do diabo travestidos de sacerdotes do Senhor.

2º – Porque os sacerdotes e seus familiares se beneficiavam do que era oferecido no altar. Eles escolhiam as melhores carnes. Escolhiam as carnes de animais que não estavam doentes e separavam para si. Os sacerdotes queriam estar certos de que teriam comida na mesa. Afinal, a economia não andava bem, os impostos eram altos, e o dinheiro estava escasso; apenas os israelitas mais devotos levavam animais perfeitos para o Senhor. Desse modo, os sacerdotes contentavam-se com algo aquém do melhor e incentivavam o povo a trazer o que tivesse disponível. Um animal doente iria morrer de qualquer forma, e os coxos não serviam para nada mesmo, então o povo podia muito bem levá-lo para o Senhor! Esqueceram-se de que o “obedecer é melhor do que o sacrificar, e o atender, melhor do que a gordura de carneiros (1Sm 15.22; Sl 51.16,17; Mq 6.6-8; Mc 12.28-34) [9].
E hoje não tem sido diferente. Muitos líderes estão mais preocupados com seus salários do que ver a igreja adorar de forma certa ao Senhor. O que importa para tais líderes é garantir o salário mensal. Por isso muitos fazem vista grossa ao pecado do povo. O importante é mantê-los na igreja não importa que com isso o pecado prevaleça em suas vidas. O importante é manter a “casa cheia”, ainda que seja de pessoas vazias.
Por isso que muitas igrejas estão imitando o mundo com seus cultos que imitam clubes noturnos com sua música doentia. Os ministros oferecem “porcos” no altar, para atrair pessoas a ouvir o seu “evangelho” [10]. No entanto, pastores sérios, que tem compromisso com a Palavra de Deus têm sido vistos e chamados de fundamentalistas, radicais, fariseus; pastores que não amam as pessoas. Só que é o contrário, esses pastores querem ver a igreja e o povo que a frequenta abençoados e não amaldiçoados. Eles se importam com Deus e em oferecer o melhor culto a Ele. Esses pastores são boca de Deus e profetas de Deus, mas como sempre ocorreu as pessoas não gostam de ouvir a verdade que liberta, por isso procuram pastores que falam o que eles querem ouvir e não o que o Senhor tem a falar (2Tm 4.1-4).

EM QUARTO LUGAR, O CULTO DESONRA AO SENHOR QUANDO SE TORNA UM CULTO INÚTIL (Ml 1.10).

A versão NVI trás esse texto dessa forma:
Ah, se um de vocês fechasse as portas do templo. Assim ao menos não acenderiam o fogo do meu altar inutilmente. Não tenho prazer em vocês, diz o Senhor dos Exércitos, e não aceitarei as suas ofertas.
Esses sacerdotes pós-exílio não aprenderam nada com a história; da quase destruição de Judá pelos babilônicos, do quanto sofreram com a invasão do inimigo devido ao pecado que eles haviam cometido e que eles insistiam em cometer. A experiência amarga que sofreram não os ensinou nada a respeito de Deus e de como Ele é santo e não aceita um culto apóstata.
Não houve entre eles um único sacerdote que fechasse as portas do templo para dar um basta naquela hipocrisia. Eles estavam com a mente cauterizada e com o coração empedernido. Eles se tornaram profissionais do templo, pois eles não ofereciam nenhum sacrifício se não levassem alguma vantagem.
Deus prefere a igreja fechada a um culto hipócrita. É inútil acender o fogo do altar se nele vamos oferecer uma oferta imunda, se nossa vida está contaminada, cheia de impureza e ódio (Mt 5.23-25) [11].
O culto inaceitável é gerado por duas coisas na vida do sacerdote e do ofertante:

1º – Falta de temor (Ml 1.12). Pode ser que alguém ofereça ao Senhor um culto inaceitável por falta de conhecimento, isso é possível. Mas os judeus faziam isso de forma consciente. Eles haviam perdido o temor, mesmo depois de terem passado tudo que haviam passado e de como o Senhor com poder e graça os trouxera de volta para sua terra.
Hoje não tem sido diferente, muitos estão oferecendo a Deus um culto desprezível, mas achando que o Senhor não está se importando com isso. A falta de temor é extrema na vida de muitos líderes e isso reflete na vida de muitos liderados.
Por isso não temos visto igrejas inclusivas; igrejas que recebem pessoas em adultério como membros e muitas são colocadas como líderes de departamentos. Sobem no altar com a vida torta como que se o Senhor estivesse interessado em adoração e não no adorador. Mas o salmo 50.21 nos diz:
“Tens feito estas coisas, e eu me calei; pensavas que eu era teu igual; mas eu te arguirei e porei tudo à tua vista”.
Um dia tais pessoas irão prestar contas diante do Senhor. Com Deus não se brinca.

2º – As pessoas fazem votos de tolo (Ml 1.14). Não cumprem os seus votos. Prometem, mas não cumprem. Dizem que darão o melhor, mas entregam o pior.
O que temos visto na vida de muitas pessoas hoje é a mesma coisa. Prometem ser mais fiéis, mas não são. Prometem frequentar a igreja, mas na hora optam por estarem em qualquer outro lugar do que está na presença do Senhor oferecendo-lhe o seu culto. Vão de festa a shopping no dia do Senhor. E isso independe se é dia de ceia ou se é há uma festividade especial na igreja. E o pior que isso não é esporádico, mas é frequente.
Mas quando o “calo aperta”, fazem votos de tolo. O Senhor não está interessado em seus votos, mas no cumprimento deles.

CONCLUSÃO

É com pesar que temos visto isso ocorrer hoje em dia em muitas igrejas. O tempo passa, mas o homem não mudou; os mesmos erros do passado são repetidos hoje. A falta de temor, de reverência, de zelo pelas coisas de Deus continua a mesma na vida de muitas pessoas e o pior, na falta de muitos líderes.

Todos nós somos responsáveis pelo culto, mas a responsabilidade maior é dos pastores e líderes; observe que a censura é dirigida primeiramente a eles. Por isso meu irmão tome cuidado onde você frequenta não se deixe levar pelo engano, pois as consequências serão sentidas por todos e não só pelos seus líderes.

Honre a Deus com seu culto e com a sua vida, pois o Senhor espera isso de todos nós. Não dê a Ele o pior, mas o melhor.

Pense nisso!


Fontes:
1 – Nicodemos, Augustus. O Culto Segundo Deus, a mensagem de Malaquias para a igreja de hoje. Edições Vida Nova, São Paulo, SP, 3ª Reimpressão 2016, p. 32.
2 – Wiersbe, Warren W. Comentário Bíblico Expositivo vol. 4. Editora Geográfica, Santo André, SP, 2012: p.593.
3 – Nicodemos, Augustus. O Culto Segundo Deus, a mensagem de Malaquias para a igreja de hoje. Edições Vida Nova, São Paulo, SP, 3ª Reimpressão 2016, p. 34.
4 – Lopes, Hernandes Dias. Malaquias, a igreja no tribunal de Deus. Editora Hagnos, São Paulo, SP, 2006; p. 33.
5 – Ibid, p. 34.
6 – Borges, Marcos de Souza. Avivamento do Odre Novo. Editora Jocum, Almirante Tamandaré, PR, 2011; p. 140.
7 – Lopes, Hernandes Dias. Malaquias, a igreja no tribunal de Deus. Editora Hagnos, São Paulo, SP, 2006; p. 35.
8 – Wiersbe, Warren W. Comentário Bíblico Expositivo vol. 4. Editora Geográfica, Santo André, SP, 2012: p.594.
9 – Ibid, 594.
10 – Champlin, R. N. O Antigo Testamento Interpretado Vol. 5, versículo por versículo. Editora Candeia, São Paulo, SP, 10ª Reimpressão, 1998: p. 3707.
11 – Lopes, Hernandes Dias. Malaquias, a igreja no tribunal de Deus. Editora Hagnos, São Paulo, SP, 2006; p. 41.

http://www.napec.org/reflexoes-teologicas/o-culto-que-desonra-ao-senhor/

 

18 de junho de 2017

O famigerado culto aos homens X o verdadeiro culto a Deus



 Imagem relacionada

por Oséas Pontes



Não são poucas as vezes que me faço as seguintes perguntas: Será que realmente sabemos cultuar a Deus? Será que o nosso culto é realmente aceitável? Que culto é realmente aceito por Deus? Sempre sinto um tremor na minha alma ao meditar sobre isso. Procurei escrever nesse artigo uma resposta séria e bíblica sobre esse assunto. Apesar de o texto parecer extenso, acredito que sua sede de oferecer um sacrifício vivo, santo e agradável a Deus irá lhe impulsionar a ler todas as linhas restantes.


Não exagero ao dizer que nossos cultos à Deus estão cada vez mais sendo divididos entre cultos a outras coisas do que ao próprio Deus. Às vezes vejo esses cultos como um “grande bolo confeitado” dividido em pelo menos três partes para serem oferecidos a pessoas distintas. Uma fatia para os anjos (leia meu artigo o famigerado culto aos anjos nas Igrejas evangélicas) uma fatia para o homem e a outra para Deus. Já conversei com vários lideres que expressam uma terrível preocupação sobre o que fazer para agradar suas ovelhas e deixar o culto mais criativo. Eles temem que suas ovelhas se debandem para outro aprisco e que outros pastores as “roubem”. Antes os pastores temiam que os lobos e ladrões roubassem suas ovelhas, hoje eles temem um ao outro, e não é pra menos, a rotatividade de crentes de um ministério para outro é cada vez maior em nossa geração. (leia meu artigo a Sanguessuga e suas filhas).


O culto ao homem é cada vez maior e mais visível em nossos louvores atividades e pregações. O pastor que não é “criativo” ou não tenha um bom plano de “marketing” não conseguirá ir muito longe, pelo menos é o que alguns dizem. E acredite existem vários livros escritos por marqueteiros que visam ensinar marketing para pastores e suas igrejas, com temas do tipo: Marketing para Igrejas; Torne seus cultos mais criativos e alegres e por ai vai…


Recentemente fui surpreendido com um anuncio na Internet convidando os jovens para um culto de avivamento em uma determinada Igreja, que era mais ou menos assim:

Grande culto de avivamento jovem!

Louvor com as bandas…

Peças Teatrais e Coreografias.

E grande show de Stand Up “Gospel” com “Fulano de tal”.

Mensagem: Pr. “Cicrano”.

Isso mesmo! Você não leu errado! Grande Show de “Stand Up Gospel”. Fiquei em choque. A maioria de nós é bem humorado e rimos de histórias engraçadas e gostamos de compartilhá-las mas, no meio do que deveria ser um culto a Deus abrir espaço para um show de piadas é no mínimo profanar o culto ou a reunião solene. Se você não acreditar no que digo aqui pode se certificar facilmente disso. Entre no youtube e digite “stand up gospel” vai pipocar de janelinhas. Acredito que tem hora, lugar e tempo para tudo, mas que não existe tempo para um show de humor em um culto à Deus. Situações como essas servem de forte exemplo de como estamos fazendo cultos de homens para homens e não do homem para Deus.


Nossas músicas são feitas em sua maioria para agradar o homem, dizendo coisas que os homens querem ouvir. Importamo-nos se os homens vão aprovar nossa letra, ritmos e melodias, e poucos perguntam se a letra ritmo e melodia agradarão a Deus. Precisamos urgentemente corrigir esse trágico erro. E não se assustem isso não é novo, esse erro vem sendo copiado por alguns desde o tempo dos patriarcas e profetas. No monte Sinai o povo pressionou o sumo sacerdote Arão, ele construiu um bezerro de ouro e o povo fez um grande culto em volta dele com direito a bebedeiras e orgias sexuais.

“E ele os tomou das suas mãos, e trabalhou o ouro com um buril, e fez dele um bezerro de fundição. Então disseram: Este é teu deus, ó Israel, que te tirou da terra do Egito”  (Êxodo 32. 4).

O povo de Israel tinha dificuldade em adorar ao que não viam e não tocavam. O verdadeiro Deus não estava dentro de seus padrões e então construíram um que fosse aquilo que eles queriam. Note que eles não viram no bezerro de ouro um Deus estranho, eles o fizeram e disseram esse é o nosso Deus que nos tirou do Egito! Eles construíram uma imagem profana e ainda disseram que essa era a verdadeira imagem de Deus. Até hoje muitos constroem sua própria imagem de Deus, uma imagem que se adeque a sua maneira pecaminosa de viver. Mas Deus não é aquilo que queremos que ele seja, Ele é imutável e não divide sua glória com ninguém!

“Pôs-se em pé Moisés na porta do arraial e disse: Quem é do SENHOR, venha a mim. Então se ajuntaram a ele todos os filhos de Levi. E disse-lhes: Assim diz o SENHOR Deus de Israel: Cada um ponha a sua espada sobre a sua coxa; e passai e tornai pelo arraial de porta em porta, e mate cada um a seu irmão, e cada um a seu amigo, e cada um a seu vizinho. E os filhos de Levi fizeram conforme a palavra de Moisés; e caíram do povo aquele dia uns três mil homens”  (Êxodo 32. 26-28).

Você acha que esse seja um fato isolado? Jeroboão com medo de que o povo de Judá o abandonasse quando esses subiam para adorar no templo em Jerusalém, mandou que se construíssem dois bezerros de ouro e convenceu o povo que aquela imagem era o Deus verdadeiro que os tirou da terra do Egito e o povo acreditou.

“Se este povo subir para fazer sacrifícios na casa do SENHOR, em Jerusalém, o coração deste povo se tornará a seu SENHOR, a Roboão, rei de Judá; e me matarão, e tornarão a Roboão, rei de Judá. Assim o rei tomou conselho, e fez dois bezerros de ouro; e lhes disse: Muito trabalho vos será o subir a Jerusalém; vês aqui teus deuses, ó Israel, que te fizeram subir da terra do Egito”  (I Reis 12.28).

Muitos fazem seus cultos a um deus que não é o verdadeiro Deus, e o fazem por acreditar na imagem que eles ou outros criaram para eles sobre Deus e sobre o culto a Deus. Culto aos homens é muito animado, cheio de luz, muita musica shows de humor, regado com muitos lanches, e com cantores e pregadores do momento, mais imensamente vazios de Deus.

“De que me serve a mim a multidão de vossos sacrifícios, diz o SENHOR? Já estou farto dos holocaustos de carneiros, e da gordura de animais cevados; nem me agrado de sangue de bezerros, nem de cordeiros, nem de bodes. Quando vindes para comparecer perante mim, quem requereu isto de vossas mãos, que viésseis a pisar os meus átrios? Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação, e as luas novas, e os sábados, e a convocação das assembleias; não posso suportar iniquidade, nem mesmo a reunião solene… As vossas solenidades, a minha alma as odeia; já me são pesadas; já estou cansado de as sofrer… E ainda que multipliqueis as vossas orações, não as ouvirei, porque as vossas mãos estão cheias de sangue”  (Isaías 1.11-15).

Todo o povo achava que porque iam ao templo e ofereciam louvores e alguma espécie de sacrifício Deus aprovaria seus atos pecaminosos. Eles queriam adequar Deus aos seus estilos de vida profanos, mais Deus está cansado de assistir esses cultos, Ele não suporta mais o som dos hinos e dos instrumentos musicais e alguns cultos por mais pomposos que sejam causam ânsia de vomito em Deus. Estou falando sério! Existem alguns cultos que deixam Deus enjoado. A igreja de Laodicéia era muito boa em organizar esse tipo de culto. Laodicéia era uma Igreja financeiramente muito rica e se considerava muito forte e poderosa. Se Laodicéia existisse em nossos dias, ela com certeza seria uma Igreja suntuosa e próspera. Ela teria os melhores aparelhos de som e instrumentos musicais que o dinheiro pode comprar. Sua bancada seria confortável e seus corais animados e muito afinados. O ministério de louvor elogiado por todos e as mensagens agradariam a maioria dos ouvintes. Os cultos provavelmente seriam transmitidos pela internet e posteriormente por um programa de Tv nacional ou local. Não me entenda mal, não há nada de errado em ter essas coisas, e qual o pastor ou líder que não sonha em oferecer o melhor para a casa de Deus. O problema de Laodicéia não está em sua riqueza e sim no abandono ao verdadeiro culto à Deus. Deus foi colocado para fora dos cultos dessa Igreja. Como eu sei disso? Leia o texto:

“E ao anjo da igreja que está em Laodicéia escreve… Conheço as tuas obras, que nem és frio nem quente; quem dera foras frio ou quente! Assim, porque és morno, e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca. Como dizes: Rico sou, e estou enriquecido, e de nada tenho falta; e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu… Eis que estou à porta, e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo”  (Ap. 03.14-20).

Imagine a cena… O culto começa, o coral de Laodicéia canta e logo depois o ministério de louvor se apresenta e todos estão de pé com suas mãos levantadas, lágrimas correm dos olhos de alguns, o louvor e perfeito e afinado e todos parecem adorar de verdade ao criador, mas algo está terrivelmente errado com Laodicéia, e ela não consegue perceber. Aquele a quem eles parecem está adorando simplesmente não foi convidado para o culto! Aquele que deveria ser o motivo da adoração deles não encontrou lugar no culto. Eles fecharam a porta na cara dele! Jesus está do lado de fora da Igreja batendo na porta pedindo que estes substituam o culto a homens por um verdadeiro culto a Deus!


Quantas vezes usamos esse texto bíblico de apocalipse 03 para dizer aos descrentes que Jesus está batendo na porta dos seus corações e que eles devem abrir seus corações para serem salvos? E isso não deixa de ser verdade. Mas no texto bíblico Jesus está batendo na porta de uma Igreja que o deixou de fora de seus pomposos cultos. O mais trágico é que eles não sentem falta de Jesus no culto isso porque na verdade para muitos deles Jesus é apenas uma figura histórica ou um nome a ser lembrado em suas orações decoradas e religiosas. Seus cultos estão tão preenchidos com atividades “criativas” e programas voltados para o homem com o único objetivo de não perder membros e agradá-los a qualquer preço, que a Igreja deixa de ser um lugar de adoração para se tornar um clube social. Ao que parece a presença de Deus deixou de ser o foco das pessoas, e sabe por que isso acontece? Porque elas não querem pagar o preço pela presença de Deus em seus cultos.


O salmista nos aconselha:

“CELEBRAI com júbilo ao SENHOR, todas as terras. Servi ao SENHOR com alegria; e entrai diante dele com canto. Sabei que o SENHOR é Deus; foi ele que nos fez, e não nós a nós mesmos; somos povo seu e ovelhas do seu pasto. Entrai pelas portas dele com gratidão, e em seus átrios com louvor; louvai-o, e bendizei o seu nome. Porque o SENHOR é bom, e eterna a sua misericórdia; e a sua verdade dura de geração em geração”  (Salmos 100).

Existe um jeito certo de se apresentar ao Senhor. Existe uma forma excelente de entrar pelas portas do templo, e não é com a cara fechada ou com o rosto e alma tomados por tristezas esperando que os ministérios que vão se apresentar consigam te animar ou te ofereçam um pedaço do “bolo” para que você se sinta melhor no final do culto. Nada disso! O culto começa com você e em você! Entrai diante dele com cânticos! Em seus átrios com louvor, e bendizei o seu nome! É assim que devemos chegar à casa de Deus, com louvores, adoração e benção em nossos lábios, almas e corações!


O culto a Deus tem sido considerado, pela maioria dos cristãos, como o ato central de identidade cristã através da história. Cultuar é antes de tudo entregar algo a Deus, e esse culto está ligado à adoração. Deus santifica e concede graças ao homem e este, em gratidão, o adora e serve, alcançando assim a sua salvação eterna, principalmente através da sua participação, por graça divina, dos méritos do sacrifício de Cristo na cruz do calvário. Você já chega ao templo cheio de alegria e gratidão porque você vem adorar a Deus por causa dos benefícios que você já recebeu através do sacrifício de Jesus na cruz. Você já vem de casa com todos os motivos que você precisa para adorá-lo, não há necessidade de alguém criar os motivos, Deus já nos deu o motivo chamado Jesus e este Jesus já nos deu o motivo morrendo por nós.


Ele não precisa fazer mais nada para ser digno dessa adoração. Ele não precisa enviar anjos, nem fazer milagres, muito menos fazer cócegas em você ou te arrebatar em uma linda visão dos jardins celestiais, para que você tenha algum motivo para adorá-lo. Ele através de Jesus nos deu todos os motivos que precisamos para entrar em seus átrios com alegria! É verdade que por sua graça ele continua nos dando milagres e nos enchendo de gozo do Espírito Santo e operando curas e maravilhas em nosso meio e esses são sinais de que ele permanece com a sua Igreja para que ela continue a pregar o evangelho com poder, arrancando as almas das mãos de Satanás e esse é o verdadeiro motivo para os sinais, eles não existem para o nosso divertimento pessoal e nem mesmo para inflamar as multidões. Recebemos dele capacitação para realizar a obra do evangelho que é o seu mandamento mais urgente!


Não há lugar para adoração a homens em um culto à Deus. Precisamos restaurar o culto e sua liturgia. Não podemos fazer um show de humor diante do trono de adoração, e nem profanar o culto com atividade e musicas que exaltam o homem e massageiam seus egos e causam ânsia de vomito em Deus.


A palavra liturgia para muitos evangélicos atuais soa de maneira estranha. Para esses, esse termo sugere um culto excessivamente formal, rígido, sem graça e consequentemente sem vida, mero tradicionalismo herdado do passado. Por isso mesmo muitas igrejas atuais estão abrindo mão da liturgia por um estilo de adoração mais espontâneo e participativo, sem fórmulas pré-estabelecidas. Mas aquilo que parecia trazer grandes bênçãos têm se tornado um peso muito forte para muitas igrejas, pois a reverência parece ter sido expulsa dos nossos cultos. Isso vem trazendo sérios problemas nos dias de hoje. O culto contemporâneo tem se desviado a tal ponto dos padrões bíblicos e históricos que muitos crentes estão começando a sentir a falta de uma liturgia mais reverente e disciplinada.

“Sois vós tão insensatos que, tendo começado pelo Espírito, acabeis agora pela carne?”  (Gálatas 3.03).

“Porque vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não useis então da liberdade para dar ocasião à carne, mas servi-vos uns aos outros pelo amor”  (Gálatas 5.13).

O culto a Deus é um culto cheio de liberdade, mas é também um culto racional e reverente. Deus se importa e muito com a liturgia e reverencia em nossos cultos. Ele se importa tanto que deu a Moisés ordens especificas no antigo testamento de como o culto deveria acontecer. Você pode está pensando: Mas vivemos na graça. A graça de maneira nenhuma afasta a reverencia e a verdadeira adoração de nossos cultos. Deus é santo e digno de todo louvor. Os anjos o reverenciam e o adoram. O novo testamento está cheio de registros sobre a reverência e adoração que devem ser dadas em um culto santo, e agradável a Deus! (Romanos 12).


De modo nenhum poderíamos cultuar com as cerimônias e liturgia do velho testamento até porque tudo ali eram sombras do que haveria de ser revelado, e tudo apontava para Jesus Cristo. Mas a reverencia, santidade e temor não podem ser esquecidos ou descartados em nosso culto a Deus. Jesus mesmo disse que o Pai procura os verdadeiros adoradores que o adorem em Espírito e em verdade. Se o pai procura os verdadeiros adoradores, Ele os procura em meio a um grande numero de falsos adoradores, que parecem adorar pelas mais loucas razões menos a verdadeira. Então da próxima vez que abrir a sua boca para cantar ou levantar as suas mãos para adorar, se certifique que está fazendo da maneira certa e pelo motivo certo!


Então não se esqueça de hoje mesmo abrir a porta para aquele que bate com a promessa de fazer uma grande festa em seu coração quando você o receber e o colocar como o único digno de ser adorado em sua vida!


Que Deus nos ajude a fazer tudo para a Sua glória!


Oséas Pontes, servo de Deus e vosso.


- See more at: http://www.searanews.com.br/o-famigerado-culto-aos-homens-x-o-verdadeiro-culto-a-deus/#sthash.RfyIgTVZ.dpuf

http://www.searanews.com.br/o-famigerado-culto-aos-homens-x-o-verdadeiro-culto-a-deus/