Em Cristo estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento. (Colossenses 2:3)

Ninguém vos engane com palavras vãs; porque por essas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.(Efésios5:6)
Digo isso a vocês para que não deixem que ninguém os engane com argumentos falsos. (Colossenses 2:4)
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11 de julho de 2013

SÍTIO À VENDA


DÁ NÃO, SENHOR
Um sujeito colocou seu sítio à venda.
Logo no primeiro dia apareceu um interessado.
- Bom dia, estou em busca de uma área para plantio, como é terra daqui, dá milho, feijão? Perguntou-lhe o visitante.
- Dá não, senhor,
respondeu o proprietário.
- E mandioca?
- Dá não, senhor.
- Nem mandioca? Espantou-se o homem.
- Dá não, senhor.
O interessado não era um expert em solo, mas conhecia um pouco do assunto, olhou a terra ao seu redor e pareceu-lhe terra boa. Coçou a cabeça, como que para lhe ajudar a entender o caso, e fez a pergunta derradeira:
- E se plantar?
- Ah... moço, daí é uma maravilha. Daí dá de tudo. Dá batata, milho, feijão, inté mandioca.


Aquele que semeia pouco,
pouco também ceifará;
e aquele que semeia em abundância,
em abundância também ceifará.

II Coríntios 9.6
 

Autor desconhecido

16 de junho de 2013

PARA SERVE O HORIZONTE?

Certa vez uma criança chegou no céu e foi recebida por Deus. E, como toda criança, foi logo fazendo um monte de perguntas, todas muito comuns, coisa mesmo de criança, porém, uma delas chamou a atenção:

- Deus, sua criação é muito bonita, mas tem uma coisa que eu não entendi para que serve.

- E o que foi que você não entendeu, meu pequeno?

- Eu não entendi para que serve o horizonte, Senhor, pois se alguém dá um passo em direção a ele, ele se afasta o mesmo tanto daquela pessoa?
Deus olhou para aquela criança, sorriu e disse:

- É justamente para isso que serve o horizonte, meu filho, para fazer as pessoas caminharem para frente!


Então disse o Senhor a Moisés:
Por que clamas a mim?
Dize aos filhos de Israel que marchem.

Êxodo 14.15



Autor: Desconhecido

12 de junho de 2013

Por que as pessoas GRITAM?

Um dia, um mestre indiano, preocupado com o comportamento dos seus discípulos, que viviam aos berros uns com os outros, fez a seguinte pergunta:
- Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas ou quando não se entendem?

- Gritamos porque perdemos a calma -
disse um deles.

- Mas por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado? - questionou novamente o pensador.

- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça
- retrucou outro discípulo.

O mestre volta a perguntar:
- Não é possível falar com a outra pessoa em voz baixa?
Os alunos deram várias respostas, mas nenhuma delas convenceu o velho pensador, que esclareceu:
- O fato é que quando duas pessoas gritam é porque, quando estão aborrecidas, seus corações estão muito afastados. E, para cobrir esta distância, precisam gritar para que possam escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão de gritar, para que possam ouvir umas às outras, por causa da grande distância.

E continuou o sábio:
- Por outro lado, quando duas pessoas estão enamoradas, não gritam; falam suavemente. Por quê? Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. As vezes, seus corações estão tão próximos que nem falam, somente sussurram. E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, o que basta. Seus corações se entendem. E justamente isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas.

Por fim, o pensador conclui, dizendo:
- Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará o dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta.
 


Pela longanimidade se persuade o príncipe,
e a língua branda amolece até os ossos.

Provérbios 25.15

Extraído da Revista Defesa da Fé número 78, página 8.

 http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/porquegritar.htm

8 de junho de 2013

TRABALHO EM EQUIPE



Um sábio tinha três filhos jovens, inteligentes e ávidos por sabedoria. 

Certa vez, quando os três rapazes estavam discutindo sobre quais seriam os principais obstáculos ao sucesso de um trabalho coletivo, seu pai os chamou e confiou-lhes uma importante tarefa, levar ao príncipe governante três presentes.

O primeiro levaria um vaso muito precioso.

O segundo levaria uma corça rara.

O terceiro levaria um bolo primoroso, receita da família.

O trio recebeu a missão com entusiasmo, mas, no meio do caminho, começaram a discutir.

O que levava o vaso não concordava com a maneira como o irmão puxava a corça delicada; o responsável pelo animal dava instruções ao carregador do bolo, a fim de que não tropeçasse; este, por sua vez, repreendia o portador do vaso valioso, com medo que ele o deixasse cair.

Em dado momento, o que conduzia a corça estendeu a sua mão a fim de consertar a posição da vaso, que, premido pelas inquietações de ambos, escorregou de súbito, espatifando-se no chão. Com o choque, a corça fugiu espantada. O carregador do bolo, ao tentar deter o animal, deixou o bolo cair.

Desapontados e irritados, os três rapazes voltam à presença do pai, apresentando cada qual a sua queixa, culpando uns aos outros pelo desastre.

O sábio, porém, sorriu e disse-lhes: 
- Aproveitem este incidente e aprendam: O sucesso de um trabalho em equipe depende de muitas coisas:
a) Que não se perca o senso coletivo;
b) Que um não invada a área do outro, se não lhe for solicitado;
c) Que cada um faça a sua parte do melhor jeito possível;
d) Que cada um valorize, respeite e considere o trabalho do outro.

AD

Consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. (Hb 10.24)



29 de outubro de 2011

OS CINCO MACACOS


“Somente duas coisas são infinitas: o universo e a estupidez humana. E não estou seguro quanto ao primeiro.”
(Albert Einstein)

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula. No meio, uma escada e sobre ela um cacho de bananas. Quando um macaco subia na escada para pegar as bananas, os cientistas jogavam um jato de água fria nos que estavam no chão.

Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros o pegavam davam-lhe uma surra. Dentro de algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas.

Então, os cientistas substituíram um dos macacos por um novo. A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, dela sendo retirado pelos outros, que o surraram. Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não subia mais a escada. Um segundo foi substituído e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado na surra ao novato.

Um terceiro foi trocado e o mesmo ocorreu. Um quarto, e afinal, o último dos veteranos foi substituído. Os cientistas então ficaram com um grupo de cinco macacos que mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse pegar as bananas.

Se fosse possível perguntar a algum deles porque eles batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria:

“Não sei, mas as coisas sempre foram assim por aqui”.