Em Cristo estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento. (Colossenses 2:3)

Ninguém vos engane com palavras vãs; porque por essas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.(Efésios5:6)
Digo isso a vocês para que não deixem que ninguém os engane com argumentos falsos. (Colossenses 2:4)
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13 de julho de 2020

HOMOSSEXUALIDADE: INFLUÊNCIA GENÉTICA E ACEITAÇÃO SOCIAL






Há ativistas homossexuais que defendem a normalidade da homossexualidade na sociedade, alegando que a homossexualidade vem de origem genética e neurológica, ou seja, nasceram geneticamente programados. Com isso devem ser aceitos com suas práticas.

Mas a pergunta que devemos fazer é: e daí? E se pudesse ser comprovado cientificamente, que a homossexualidade tenha origem genética, ou neurológica. Como algo que negamos por causa da falha do método científico. Que relevância isso tem para tornar moral e aceitável na sociedade algo que é condenado explicitamente por Deus?

Se formos nos basear na experiência, o contrário também poderia ser afirmado, porque maioria dos homens nascem com desejos heterossexuais, casa com um mulher e é fiél a sua esposa. Porém esses homens também podem ser inclinados naturalmente a traírem suas esposas. Mas isso deve ser aceitável na sociedade? Devemos buscar a legalização do adultério ou bigamia? Perguntem para as esposas e vejam o que elas acham disso.

Mas, se fosse possível que pessoas com desejos assassinos provassem cientificamente que seus comportamentos são geneticamente programados? deveríamos lutar por aceitação social dessas pessoas e seus direitos civis em cometer assassinato? Então, por que eles deveriam ser presos? Ou condenados e até sofrerem pena de morte por seus crimes? Pergunte aos familiares de vítimas de assassinatos o que eles que pensam sobre isso.

Os ativistas homossexuais podem dizer: Nascemos assim, logo devemos ser aceitos com as nossas práticas. Mas Deus diz: "Com homem não te deitarás, como se fosse mulher; é abominação (Levítico 18:22)."

O "fato" de alguém ser geneticamente inclinado ao pecado não faz de algum pecado algo moralmente aceitável. O que é certo ou errado, aceitável ou inaceitável é o que Deus define em Sua Palavra. A Palavra de Deus é a autoridade suprema da ética. Quando Deus fala, o homem cala e obedece, ou sofre o juízo por causa da desobediência.

Não há nada na Escritura afirmando que pessoas nascem especificamente homossexuais. Deus criou homem e mulher e os uniu no casamento, estes deveriam multiplicarem-se. Isso não é o bastante para anular qualquer outro tipo de relação sexual? É verdade que herdamos a corrupção do pecado em nossa natureza ,desde a concepção no ventre materno. isso provém da transgressão à lei de Deus, não da criação Divina original. Deus não criou o homem pecador, Ele criou o homem bom. Porém o homem caiu em transgressão e desviou do propósito divino estabelecido na criação.

Não há nenhum caso na Escritura em que Deus aceite que seres humanos vivam em imoralidade, baseando isso na incapacidade natural do ser humano em fazer o bem. Quando Davi cometeu adultério com Bate-Seba, Deus o exortou e o castigou por isso. Em sua grande confissão no Salmos 51, Davi reconheceu ter transgredido a lei de Deus, mesmo afirmando que sua natureza pecaminosa vinha desde o ventre: Salmos 51: 5 Eu nasci na iniquidade, e em pecado me concebeu minha mãe. 3. Pois eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim. 4 Pequei contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mau perante os teus olhos, de maneira que serás tido por justo no teu falar e puro no teu julgar.

A esperança para os homossexuais não é ouvirem seus representantes ativistas e cientistas, mas ouvirem Deus falar em sua Palavra. Reconhecendo como Davi que são pecadores e clamarem a Deus por redenção. Deus que fala em sua Palavra-Lei, mostrando que tal pecado é condenável, Ele também fala oferecendo, gratuitamente esperança no evangelho, revelando como o homem pode ser perdoado dos seus pecados mediante a fé em Jesus Cristo, para serem justificados, regenerados e capacitados pelo Espírito Santo a obediência à lei de Deus.



Por Thiago da Silva Vieira
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13 de janeiro de 2019

IDEOLOGIA DE GÊNERO





COMO A IDEOLOGIA DE GÊNERO DESTRUIU A FAMÍLIA REIMER.

A EXPERIÊNCIA MONSTRUOSAMENTE FRACASSADA DOS GÊMEOS REIMER.

A “teoria de gênero” pretende desconhecer as diferenças naturais e atribuí-las à cultura, ao meio ambiente e à evolução da matéria segundo critérios análogos aos marxistas.

Uma experiência com seres humanos cruelmente fracassada patenteou o erro da “ideologia de gênero” há já alguns anos, mas a mídia silencia. Ele foi relatado pelo “Portal da Família”.

No ponto de partida do caso esteve o Dr. John William Money (1921-2006), psicólogo da John Hopkins University de Baltimore, EUA.

Ele exerceu uma influência decisiva para forjar essa teoria antinatural e, já na década de sessenta, pretendia ter demonstrado que a sexualidade depende mais da educação do que da morfologia humana.

Money era tido como um guru da sexualidade e se fazia chamar de “missionário do sexo”. Defendia casamentos “abertos” a amantes com consentimento mútuo; estimulava o sexo grupal e bissexual, além de parecer tolerar o incesto e a pedofilia.

Money escolheu dois bebês gêmeos como cobaias humanas: Bruce e Brian Reimer, ambos do sexo masculino. O ideólogo aproveitou um problema de saúde de Bruce para dar-lhe – por cirurgia plástica e com o consentimento dos pais – um corpo com aparência feminina. Bruce passou a ser a menina “Brenda”.

O Dr John Money se gabava de seu “sucesso” e era aplaudido pela mídia e certos cientistas enquanto a família estava jogada na tragédia.
Em 1966, os pais de Brian e Bruce tinham visto na televisão uma entrevista com o Dr. John Money falando sobre as operações de mudança de sexo em transexuais.

Acreditando que tal ideia poderia ser apropriada para o problema de Bruce, procuraram o ideólogo, que imediatamente indicou uma mudança cirúrgica de sexo.

Bruce foi castrado aos 22 meses e o Dr. Money mandou criá-lo como uma menina, sem nunca falar para ele do acontecido.

Os Reimer seguiram ao pé da letra as instruções do Dr. Money, mas “Brenda” rasgou seu primeiro vestido pouco antes de fazer dois anos e passou a ser rejeitado na escola, onde manifestou estranhas “tendências lésbicas”, apesar dos hormônios que lhe faziam tomar.

Enquanto a família vivia aflita, Money proclamava em artigos científicos que a sua experiência era um êxito rotundo.

A revista Time afirmava que “este caso constitui um apoio férreo à maior das batalhas pela libertação da mulher”.

Money fazia sessões de “psicoterapia” profundamente traumáticas para os gêmeos.

Ele lhes mostrava fotos sexuais explícitas e teria feito as crianças se despirem e encenarem posições de atos sexuais.

Em “pelo menos uma ocasião”, o Dr. Money tirou uma “fotografia” das duas crianças nessas posições.

A mãe se sentia culpada e tentou o suicídio, o pai desenvolveu um alcoolismo grave e Brian começou a usar drogas e cometer crimes quando atingiu a adolescência.

Bruce, (a) “Brenda”, ficou destruído pelas intermináveis sessões psiquiátricas e pela medicação com estrogênio. Com 13 anos, disse que iria cometer suicídio se eles o fizessem ver o Dr. Money novamente.

A família interrompeu o “tratamento” e o Dr. Money não publicou mais nada sobre o caso. Mas também não informou o público do fracasso e continuou dando a entender que tinha sido bem sucedido, até que um pesquisador rival, o Dr. Milton Diamond, da Universidade do Havaí, reconstruiu a verdade e publicou um artigo nos Archives of Pediatrics and Adolescent Medicine.

Um psiquiatra sugeriu dizer toda a verdade para “Brenda”, que ficou subitamente aliviado. “Eu não estava louco”, exultou. “Brenda” tentou se recompor com cirurgias e tratamentos hormonais e adotou um novo nome: “Davi”.

O caso “Brian-Brenda-David Reimer” foi objeto de livros.
Depois ficou sabendo que seu caso era mundialmente comentado em artigos e livros de teoria médica e psicológica em favor do ‘sucesso’ da teoria de Money.

Em 2002, Brian, vítima de esquizofrenia, suicidou-se com uma overdose de antidepressivos.

Davi nunca pôde se superar do trauma e em maio de 2004 cometeu suicídio dando um tiro na cabeça. Ele tinha 38 anos. Foi enterrado no cemitério Saint Vital, em Winnipeg, Canadá.

O monstruoso desfecho da experiência com os gêmeos Reimer não mudou a cegueira, que beira o fanatismo, dos adeptos dessa ideologia.

O Dr. Money continuou até o fim da vida como professor emérito da Johns Hopkins University. Na época do suicídio de Davi Reimer ele foi procurado pela imprensa, mas não quis se manifestar.

Suas ideias sobre a “ideologia de gênero” continuam a ser divulgadas.

E estão na boca dos adeptos tupiniquins que promovem um fracasso das crianças brasileiras comparável ao do infeliz Bruce – ou “Brenda” e depois “Davi” – Reimer.


FICO
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