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Se tem um problema que todos temos, este é a nossa miopia espiritual! Bem, apenas UM dos problemas que carregamos. Mas dos grandes. E o problema de visão, é que ao invés de olharmos com os olhos, enxergamos tudo, pela nossa barriga. Ou então, pra sermos mais bíblicos, com o nosso ventre!
Paulo, escrevendo aos Filipenses, coloca todos os que enxergam pela perspectiva do seu egoísmo, como “inimigos da cruz de Cristo”. Ele diz lá no capítulo 3, versos 18 e 19: “Porque muitos há, dos quais muitas vezes vos disse, e agora também digo, chorando, que são inimigos da cruz de Cristo, cujo fim é a perdição; cujo Deus é o ventre, e cuja glória é para confusão deles, que só pensam nas coisas terrenas”.
Ora, tudo o que enxergamos hoje, depois do desastre lá do Éden - e a não ser que Deus nos cure dia a dia - é tudo aquilo que nos fará ganhar, lucrar, tudo aquilo que apontará para o nosso benefício pessoal. Não fomos chamados para isso. Antes da consciência do evangelho nos chegar, éramos escravos do benefício, consumidores de bênçãos e não produtores delas. Tudo o que nos movia era o ego e ele, afinal, é como um saco furado – nada o pode satisfazer.
Vou exemplificar em duas situações que vivemos na nossa igreja há já alguns anos. Dois amigos, membros da comunidade vieram compartilhar conosco duas situações semelhantes sobre terem de nos deixar, mudando da cidade por força do emprego de cada um.
Um deles, mais eufórico, veio contar o que nos pareceu uma tremenda bênção: a empresa na qual trabalhava, o mandara de mudança para uma outra região do país, e mais: com a promoção a um cargo melhor e recebendo um aumento fantástico de salário. Era algo que, para além de lamentarmos a distância do irmão, só tínhamos mesmo que nos alegrar. Era pegar ou pegar. O outro, no mesmo dia, veio abatido. A empresa onde servia, o havia chamado e proposto uma transferência também para uma outra cidade, mas em condições completamente diferentes daquele outro. E mais: seria rebaixado nos seus ganhos recebendo um salário menor, uma vez que a empresa estava em maus lençóis.
E aí, é que está a coisa: o primeiro irmão nem teve dúvida, não pediu orações como o segundo.
Quando vemos com a barriga, enxergamos com o ventre, nem sequer temos de conferir com Deus, o nosso Senhor, as situações, ou pedir-Lhe a aprovação, ou sequer considerarmos que Ele pode ter para nós um outro caminho, pois só enxergamos o benefício. E assim, deixamos amigos por alguma situação que nos ofereça mais, deixamos gente que passa por lutas por conta de algo mais prazeroso ou que talvez, não nos custará nada, abandonamos até o casamento – como fazem alguns – por conta de aventuras que lhe pareçam mais vantajosas ou que não nos demandará mais esforço ou sacrifício. Este não é o que é amigo da ...cruz. E não sou eu quem o diz.
Quando só vemos o benefício, corremos o risco de sermos corrompidos. É um risco real! Mas voltando aos irmãos, lá da nossa igreja, sabe o que lhes aconteceu com apenas 3 meses de intervalo das tais “propostas” que tiveram? O primeiro que fora promovido ganhando mais, acabou por perder o tal emprego pois a empresa falira, tão logo ele chegou ao destino, com família, e a casa toda na mudança. O outro, que buscou a Deus, que se afligiu contra aquilo que era uma notícia ruim, contra os benefícios e ganhos imediatos, acabou mesmo por ganhar uma promoção e um melhor salário, pois a sua empresa, ao contrário, fora bem-sucedida e lhe ficara grata por ato tão corajoso quanto solidário, num momento adverso e o recompensou.
A palavra de Deus diz em Provérbios 19:20,21, “Ouça conselhos e aceite instruções, e acabará sendo sábio".
"Muitos são os planos no coração do homem, mas o que prevalece é o propósito do Senhor”. O nosso problema, e vem lá desde o Éden, é que não ouvimos conselhos, não ouvimos a Deus, quando a recompensa nos parece certa. É como se ao invés de usarmos os olhos, enxergássemos todos com a ...barriga, ou o ventre. Já a cruz, nos lembra que temos um Senhor, ou ...dono. E Ele, afinal, sabe o que é melhor para nós e sempre nos conduz conforme o Seu santo plano!
Vamos falar com Deus?!
Vou exemplificar em duas situações que vivemos na nossa igreja há já alguns anos. Dois amigos, membros da comunidade vieram compartilhar conosco duas situações semelhantes sobre terem de nos deixar, mudando da cidade por força do emprego de cada um.
Um deles, mais eufórico, veio contar o que nos pareceu uma tremenda bênção: a empresa na qual trabalhava, o mandara de mudança para uma outra região do país, e mais: com a promoção a um cargo melhor e recebendo um aumento fantástico de salário. Era algo que, para além de lamentarmos a distância do irmão, só tínhamos mesmo que nos alegrar. Era pegar ou pegar. O outro, no mesmo dia, veio abatido. A empresa onde servia, o havia chamado e proposto uma transferência também para uma outra cidade, mas em condições completamente diferentes daquele outro. E mais: seria rebaixado nos seus ganhos recebendo um salário menor, uma vez que a empresa estava em maus lençóis.
E aí, é que está a coisa: o primeiro irmão nem teve dúvida, não pediu orações como o segundo.
Quando vemos com a barriga, enxergamos com o ventre, nem sequer temos de conferir com Deus, o nosso Senhor, as situações, ou pedir-Lhe a aprovação, ou sequer considerarmos que Ele pode ter para nós um outro caminho, pois só enxergamos o benefício. E assim, deixamos amigos por alguma situação que nos ofereça mais, deixamos gente que passa por lutas por conta de algo mais prazeroso ou que talvez, não nos custará nada, abandonamos até o casamento – como fazem alguns – por conta de aventuras que lhe pareçam mais vantajosas ou que não nos demandará mais esforço ou sacrifício. Este não é o que é amigo da ...cruz. E não sou eu quem o diz.
Quando só vemos o benefício, corremos o risco de sermos corrompidos. É um risco real! Mas voltando aos irmãos, lá da nossa igreja, sabe o que lhes aconteceu com apenas 3 meses de intervalo das tais “propostas” que tiveram? O primeiro que fora promovido ganhando mais, acabou por perder o tal emprego pois a empresa falira, tão logo ele chegou ao destino, com família, e a casa toda na mudança. O outro, que buscou a Deus, que se afligiu contra aquilo que era uma notícia ruim, contra os benefícios e ganhos imediatos, acabou mesmo por ganhar uma promoção e um melhor salário, pois a sua empresa, ao contrário, fora bem-sucedida e lhe ficara grata por ato tão corajoso quanto solidário, num momento adverso e o recompensou.
A palavra de Deus diz em Provérbios 19:20,21, “Ouça conselhos e aceite instruções, e acabará sendo sábio".
"Muitos são os planos no coração do homem, mas o que prevalece é o propósito do Senhor”. O nosso problema, e vem lá desde o Éden, é que não ouvimos conselhos, não ouvimos a Deus, quando a recompensa nos parece certa. É como se ao invés de usarmos os olhos, enxergássemos todos com a ...barriga, ou o ventre. Já a cruz, nos lembra que temos um Senhor, ou ...dono. E Ele, afinal, sabe o que é melhor para nós e sempre nos conduz conforme o Seu santo plano!
Vamos falar com Deus?!
Pai, ajuda-me a ser submisso a Ti em tudo, em todas as situações. Dá-me um coração ensinável e não teimoso, e egoísta, e olhos que veem aquilo que as coisas não mostram e assim, possa ser dirigido por Ti! Por Jesus, peço-Te, amém!
Para ouvir o áudio, acesse: https://www.transmundial.com.br/…/perigo-vermos-com-barriga/
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