Em Cristo estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento. (Colossenses 2:3)

Ninguém vos engane com palavras vãs; porque por essas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.(Efésios5:6)
Digo isso a vocês para que não deixem que ninguém os engane com argumentos falsos. (Colossenses 2:4)

30 de setembro de 2019

Jesus é Plenamente Deus e Plenamente Homem


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Quem nega uma dessas doutrinas não é salvo

Além de crer algo a seu próprio respeito – que você é um pecador carente de perdão, ser cristão implica em crer certos fatos básicos a respeito de quem Jesus é. Para começar, é preciso crer que ele é plenamente Deus e plenamente homem. 
 
Começamos com o conceito de que Jesus é 100% Deus. Em Romanos 10, o apóstolo Paulo diz: “Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Porque com o coração se crê para justiça e com a boca se confessa a respeito da salvação” (Romanos 10.9-10). Para ser salvo é preciso confessar com seus próprios lábios que Jesus é Senhor. Nesse texto, a ênfase de Paulo não repousa sobre o modo de confissão (com sua boca), mas sobre o conteúdo da confissão (Jesus é Senhor). Precisamos reconhecer, crer, confessar e proclamar que Jesus é Senhor. Falarei um pouco mais sobre senhorio de Jesus daqui a pouco. Mas aqui eu desejo observar que a confissão “Jesus é Senhor” é, entre outras coisas, uma confissão quanto à divindade de Jesus – sua natureza divina. Pense no Tomé incrédulo se curvando diante do Jesus ressurreto e dizendo: “Senhor meu e Deus meu!” (João 20.28). Uma vez que os apóstolos compreenderam que Jesus era Deus, o termo “Senhor” se tornou imbuído da divindade de Cristo. Paulo também se refere a Jesus como Senhor de tal forma a esclarecer que ele considera Jesus o próprio Deus. O estudioso de Novo Testamento Larry Hurtado sugere que “invocar o nome do Senhor é uma expressão bíblica frequente de adoração a Yaweh”. A divindade de Jesus é uma doutrina cristã essencial porque somente uma pessoa infinita e sem pecado poderia ter carregado a punição infinita que nossos pecados mereciam. Se Jesus não é Deus, ele é incapaz de nos salvar. 
 
Por outro lado, precisamos também crer que Jesus é 100% homem. Algumas pessoas na igreja em seus primórdios tiveram menos problema com a questão da divindade de Jesus e mais dificuldades com a questão da humanidade de Jesus. Elas criam que Deus havia vindo na Pessoa de Jesus Cristo. Entretanto, não conseguiam imaginar que Deus pudesse assumir plenamente a forma humana, como ser humano e sofrer e morrer como homem. Parecia demais. Como Deus haveria de se curvar tanto? Para tratar dessa confusão, o apóstolo João escreveu uma afirmação esclarecedora: "Nisto reconheceis o Espírito de Deus: todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus; e todo espírito que não confessa a Jesus não procede de Deus; pelo contrário, este é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que vem e, presentemente, já está no mundo” (1 João 4.2-3). Assim como Jesus só pode salvar se for plenamente divino, Ele também só pode salvar se for plenamente humano. Somente um ser humano pode substituir outro ser humano, assumindo o castigo que nós merecemos. Apenas um membro da raça humana poderia desfazer a maldição que Adão trouxe sobre todos nós (Romanos 5.12-21). Apenas alguém que conhecesse a fragilidade e a fraqueza de ser um homem poderia ser sacerdote solidário e misericordioso para conosco (Hebreus 4.14-16). 
 
Um cristão, então, é alguém que confessa tanto a humanidade quanto a divindade de Jesus. Os autores do Novo Testamento são incapazes de imaginar uma formulação de cristianismo que rejeita essas crenças


Mike McKinley
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