Afinal, quem foi Jesus? É inevitável questionar a identidade de uma figura tão conhecida e divulgada. Mesmo após dois mil anos de sua morte, é difícil encontrar algum lugar em que a sua história não é conhecida. Entretanto, não há para todos uma única visão a ser compartilhada. Ao observar os registros relacionados a tal homem e o tremendo impacto que sua vida trouxe ao mundo, cada pessoa encara de uma maneira diferente a pergunta que iniciou este parágrafo.
Quem foi Jesus? Mero fruto da imaginação humana? Um lunático? Um impostor? Um grande filósofo da moral? Um profeta? Ou realmente parte da Trindade Divina? Estas são as visões existentes. Vamos analisar cada uma delas.
Fruto da Imaginação
A primeira opção é a mais fraca de todas. Até mesmo os estudiosos céticos concordam que Jesus realmente existiu. Não há como supor que alguém que não existiu levaria tantas milhões de pessoas a entregarem suas vidas. Embora seja difícil para nós, dois mil anos depois de sua suposta morte, dizer que tudo foi real, não se deve subestimar a inteligência das pessoas que viveram naquela época. Em um contexto histórico, onde não havia televisão, rádio, internet ou mesmo jornal, o povo era muito mais curioso e atento aos fatos. As cidades eram menores, a vida era menos apressada e tudo o que acontecia, por menor que fosse, era comentado. Assim, simplesmente inventar a existência de alguém era algo impossível de ser feito. E se tal mentira não podia ser espalhada naquela época, como se chegaria aos dias de hoje. Porém isso é só questão de lógica. O principal a ser dito é que há muitas evidencias históricas de que existiu um homem chamado Jesus, ao qual são atribuídos os feitos apresentados nos evangelhos.
A epístola de Publius Lentullus (ou Públio Lêntulo, antecessor de Pilatos) ao Senado; a carta do próprio Pôncio Pilatos a Tibério César; as citações de um respeitado historiador Judeu da época chamado Flávio Josefo; os escritos do historiador romano (e posteriormente governador da Ásia) Cornélio Tácito; as críticas do escritor satírico, do segundo século, Luciano Samosata; e os arquivos de Suetônio, Plínio, Tertuliano, Júlio Africano, Flêgão e Justino Mártir, são apenas algumas das inúmeras evidências históricas da existência de Jesus.
Fazendo uso das palavras descritas no blog Descontradizendo Contradições, “Esses relatos independentes comprovam que nos tempos antigos até mesmo os adversários do cristianismo jamais duvidaram da historicidade de Jesus, a qual, pela primeira vez e em bases inadequadas, veio a ser questionada por vários autores do fim do século dezoito, do século dezenove e do início do século vinte”.
Um Grande Filósofo da Moral
Tendo aceitado que Jesus existiu, nos resta saber o que ele realmente foi. Um grande filósofo da moral surge, então, como uma alternativa viável para aqueles que não pretendem negar a autenticidade histórica deste homem, mas não conseguem crer nas coisas que ele fez. Embora, não com estas palavras, tenho uma amiga que costumava dizer isso de Jesus. Achava difícil acreditar em alguém que operasse milagres e que estivesse acima de toda a lógica humana. “Foi um grande homem, sem dúvida, mas compartilho com meu cunhado a ideia de que ele não passou de um homem bom e normal”, ela dizia.
Sobre esta visão, o escritor cristão C. S. Lewis (o mesmo que escreveu As Crônicas de Nárnia), analisa em seu livro Cristianismo Puro e Simples, a incoerência de pensar assim. O trecho pode ser lido aqui, mas em suma, Jesus jamais poderia ter sido só um grande mestre da moral. Colocá-lo em uma posição de homem normal como qualquer um de nós é, em primeiro lugar, chamá-lo de mentiroso, pois os relatos que temos sobre ele mostram que se auto-intitulava “Filho de Deus” e “Um com Deus”. Em uma nação onde o significado da palavra Deus era de um ser infinitamente maior do que tudo que conhecemos e criador de céus e terra, um homem normal, nascido naquele lugar se fazia Deus encarnado. No mínimo, o que poderíamos esperar de um homem que dissesse tal absurdo é de que ele era um grande mentiroso ou lunático. Para provar que realmente era divino, ele deveria apresentar ao povo pelo menos alguns de seus atributos divinos. Mas aceitando que ele era apenas um homem normal, tais atributos não poderiam ter sido mostrados. Assim, se ele acreditava que era Deus, então não passou de um doido varrido. Se sabia que não o era, então era um farsante. Mas de forma alguma poderia ter sido um grande homem, filósofo ou mestre da moral.
Um Grande Farsante
Entramos, neste ponto em mais uma possibilidade. Jesus teria sido um mentiroso. Entretanto, mas uma vez o tiro sai pela culatra ao dar de cara com os questionamentos formados em torno desta visão. Qual seria o seu objetivo, já que sofreu e morreu por essa mentira e nem mesmo se foi rico ou poderoso? O que levou tantas pessoas a seguirem um mentiroso? E por que seus discípulos aceitariam sofrer tantas terríveis perseguições após sua morte, já que ele era um falso e também eles não se beneficiaram por suas mentiras? Não há pensamento lógico aqui. Se tal homem foi um mentiroso, todo o sofrimento que ele passou e fez os outros passarem foi em vão. Não há mentira mais burra do que aquela que não beneficia o mentiroso. Se não há benefícios, não há mentira.
É claro, que hoje, dois mil anos depois, vivemos em uma época em que existem muitos pastores ladrões, padres pedófilos e religiosos hipócritas. Sabemos também que durante toda a idade média, a Igreja Católica foi fachada para toda a sorte de corrupções. Mas é inegável, historicamente, que os Cristãos do primeiro século sofreram inúmeras perseguições por pregarem um evangelho que em nada os beneficiava, no que diz respeito à vida material. Justamente os homens contemporâneos a Jesus. O que os motivava? O que motivou a Jesus?
Um Grande Louco
Entra em cena, então, a ideia de que Jesus era simplesmente louco. Na atualidade temos muitos exemplos de pessoas que afirmam categoricamente serem Cristo e todas com seguidores. Jesus apenas seria mais um. No entanto, caímos com tal afirmação em teorias cada vez mais difíceis de serem sustentadas. Dizer que Jesus era louco, implica em dizer que também todos os seus discípulos eram loucos e loucos também os que acreditavam no que eles diziam. Além de ser uma hipótese ridícula, é de espantar como tais loucos eram inteligentes. A começar que Jesus teve a inteligência de escolher apenas loucos para serem seus seguidores. Aí seus seguidores passaram a pregar também para loucos e todos os que receberam o cristianismo no primeiro século eram loucos. O segundo espanto é ver como que tais loucos davam valor à moral, escreviam coisas que tinham sentido, pregavam pelas cidades e espalhavam o evangelho.
Aliais, para qualquer um que leia os quatro evangelhos com cuidado, perceberá o tamanho da inteligência do maior louco da Bíblia. Em suas parábolas e nos debates com os fariseus há uma enorme sagacidade e sabedoria. Ele era capaz de calar os doutores da lei judaica através da própria lei judaica e tudo o que dizia estava em conformidade com as escrituras. Sendo louco, não entrou jamais em nenhuma contradição e ainda era chamado de mestre. Em Mateus 7:29, lemos: “E aconteceu que, concluindo Jesus este discurso, a multidão se admirou da sua doutrina.Porquanto os ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas”. A mesma coisa é relatada em Marcos 1:22 e Lucas 4:32. Isso é muito importante. Alguém que fala com autoridade é alguém que não denota insegurança, confusão e muito menos loucura. Era um homem que falava com sobriedade coisas que, como já foi dito, eram totalmente absurdas para aquele povo e naquela época. E tendo pregado por longos três anos e meio, foi morto sob nenhuma acusação. Se tal homem foi realmente louco, então eu não sei o verdadeiro significado de loucura.
Um Grande Profeta
A última opção que sobra antes de aceitar Jesus como realmente divino é a de que ele teria sido um profeta. Esta interpretação é a visão islâmica deste homem, descrita no Alcorão, o livro sagrado do Islamismo. Para quem não sabe, o islamismo surgiu através de Muhammad (ou Maomé), durante o sexto século. Ele afirmava que recebeu uma visão do anjo Gabriel, cuja mensagem era de que ele (Muhammad) era um profeta e que Deus (o mesmo Deus dos hebreus e dos cristãos) queria restaurar os seus ensinamentos originais, que haviam sido deturpados ou esquecidos pelos homens. Tendo sido encorajado a espalhar tais ensinamentos, sofreu dura perseguição em Meca (sua cidade natal) e teve de se retirar para Medina, onde se tornou chefe da primeira comunidade muçulmana. Seguiram-se, então, muitas batalhas entre os habitantes de Meca e Medina, em geral, com vitórias de Maomé e dos seguidores.
Obviamente, seria muito fácil e de má índole, dizer que a visão do profeta Muhammad não ocorreu ou foi uma visão satânica. Isto seria uma afirmação tendenciosa e sem base. Portanto, antes de qualquer coisa, é necessário analisar alguns pontos importantes. O primeiro ponto a ser analisado trata-se do fato de que o Islamismo tem como homens de Deus os personagens bíblicos: Adão, Noé, Abraão, Moisés, Jesus, João Batista, Maria e outros. Acreditam também em livros sagrados da Bíblia como: A Torá (os cinco primeiros livros de Moisés) e os Salmos de Davi.
Diante disso, começamos a ter os primeiros problemas. Seiscentos anos depois da morte de Jesus, surge um homem se dizendo profeta e que começa a descaracterizar o Jesus descrito nos evangelhos e nas epístolas. Embora o trate com respeito, Muhammad deixa claro que Jesus não passou de um profeta de Deus. Mas com um pouquinho de pensamento lógico (o que de forma nenhuma é contrária a fé), temos dificuldades em acreditar em alguém que contradiz um enorme movimento formado e firmado há seiscentos anos. O Alcorão mostra um Jesus que jamais foi descrito no primeiro século, retirando dele toda a divindade que havia sido apresentada até então. Todo o novo testamento é claramente contradito pelo Islamismo, quer queira quer não.
Com relação ao velho testamento, existem claras indicações de que viria um homem com características divinas e libertaria o povo. Em Gênesis, capítulo quatro, vemos que Deus se agrada da oferta de Abel (a gordura de seu rebanho), mas rejeita a de Caim (os frutos da lavoura). Ora, somente um Deus louco para preferir um sacrifício de sangue sem ter nenhum motivo. Então, mais uma vez, vemos algo muito estranho por parte de Deus, quando Ele manda que os homens pintem as portas de suas casas com o sangue de um cordeiro sem mácula para que não sejam mortos os seus primogênitos, no capitulo doze de Êxodo. Aliais, é interessante ressaltar que durante todo o velho testamento o povo hebreu tem a obrigação de oferecer holocaustos para remissão de pecados. Para qualquer leitor que não tenha entendimento da simbologia desses sacrifícios, os achará sem sentido e uma prova de que se Deus existe, é louco.
É apenas no novo testamento que então aparece um homem extremamente sábio (embora um simples carpinteiro), capaz de calar doutores da lei e pregar com autoridade e veemência que era o um com o Deus. Afirma perdoar todos os pecados e a respeito dele João Batista diz ser o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Neste momento, todo o sistema ritualístico judeu passa a fazer pleno sentido. Creia ou não, o leitor que chegar aos evangelhos, depois de uma complicada leitura do velho testamento há de confirmar que Jesus Cristo é uma ótima hipótese para clarear toda a Bíblia. Entendemos neste ponto que Jesus, o Messias prometido pelos profetas (falarei disso mais abaixo), foi o cumprimento de toda a simbologia. Todo o ritualismo judaico era uma prefiguração de Jesus. Uma espécie de cheque pré-datado para aqueles que esperavam o pagamento de suas dívidas (às quais não poderiam pagar).
Aprofundando-nos um pouquinho mais, podemos ver como o velho testamento enfatiza a vinda de um Cristo, entre suas profecias cíclicas (tipo de profecia comum na Bíblia, em que a cronologia não segue uma linha reta, mas vai e volta).
Em Miquéias 5:2 lemos: “E tu, Belém Efrata, posto que pequena entre os milhares de Judá, de ti me sairá o que governará em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade”.
Em Isaías 7:14, “Portanto o mesmo Senhor vos dará um sinal: Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, e chamará o seu nome Emanuel [Quer dizer Deus conosco]”.
Ainda em Isaías, no capítulo 53: “Quem deu crédito à nossa pregação? E a quem se manifestou o braço do Senhor? Porque foi subindo como renovo perante ele, e como raiz de uma terra seca; não tinha beleza nem formosura e, olhamo-lo, mas nenhuma beleza havia que nos agradasse. Era desprezado, e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores, e experimentado nos trabalhos; e, como um de quem os homens escondiam o rosto, era desprezado, e não fizemos dele caso algum.
Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus, e oprimido. Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas; cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniqüidade de nós todos. Ele foi oprimido e afligido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado ao matadouro, e como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, assim ele não abriu a sua boca.
Da opressão e do juízo foi tirado; e quem contará o tempo da sua vida? Porquanto foi cortado da terra dos viventes; pela transgressão do meu povo ele foi atingido. E puseram a sua sepultura com os ímpios, e com o rico na sua morte; ainda que nunca cometeu injustiça, nem houve engano na sua boca. Todavia, ao Senhor agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando a sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade, prolongará os seus dias; e o bom prazer do Senhor prosperará na sua mão. Ele verá o fruto do trabalho da sua alma, e ficará satisfeito; com o seu conhecimento o meu servo, o justo, justificará a muitos; porque as iniqüidades deles levará sobre si. Por isso lhe darei a parte de muitos, e com os poderosos repartirá ele o despojo; porquanto derramou a sua alma na morte, e foi contado com os transgressores; mas ele levou sobre si o pecado de muitos, e intercedeu pelos transgressores”.
Temos ainda interessantes profecias em Isaías 11:2; Malaquias 3:1 e pelo menos mais trinta e cinco outras passagens escritas por profetas diferentes, em épocas diferentes, muito antes do nascimento de Jesus, mas que se cumpriram em sua vida. Os detalhes dados sobre Jesus são tão fiéis que não há como desprezá-los, dizendo que se tratam de passagens fora do contexto ou que se referiam a outra pessoa. E tudo se torna mais fiel quando lemos em Atos 5:34-40, que outros, antes de Jesus já haviam se levantado afirmando serem alguém importante (não necessariamente Deus), conseguiram seguidores, mas duraram pouco e seus ensinos não se espalharam. Não é difícil crer que muitos tentaram usar as Escrituras em próprio benefício, mas não conseguiram êxito, talvez por entrarem em contradições ou não pregarem com autoridade. Jesus, entretanto, é o homem que se enquadra em todas as profecias e em todas as simbologias. Ele fala com autoridade, conhece as Escrituras a fundo, cala os doutores da lei, não entra em contradições, prega durante três anos e meio, anuncia a própria morte e ressurreição, se diz um com o Pai e leva milhares de pessoas a seguirem firmemente os seus ensinos, que perduram até aos dias de hoje.
E encontramos Apócrifos (livros que não pertencem ao Canon Bíblico) e inúmeros arquivos de diversas pessoas reafirmando o que foi dito nos evangelhos. Há evidencias arqueológicas de que a tumba de Jesus foi encontrada vazia e até mesmo para aquele que queira insinuar que os evangelhos têm sido mal interpretados, não há escapatória. Jesus diz em João 8:58, “Antes que Abraão existisse, Eu Sou”, em João 14:6, “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”, em João 10:30, “Eu e o Pai somos um”, em Mateus 12:6, “Aqui está quem é maior que o templo”, em Marcos 2:28, “...De sorte que o Filho do Homem [Jesus se auto denominava assim] é Senhor também do sábado”, em Mateus 11:27, “Tudo me foi entregue por meu Pai. Ninguém conhece o Filho, senão o Pai e ninguém conhece o Pai, senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar”. Não há como negar. Os evangelhos afirmam que Jesus era Filho e parte de Deus.
Com todas essas evidencias, torna-se muito difícil de sustentar que Jesus não passou de um simples profeta. Além do mais, o Islamismo não tolera a ideia de Deus se tornar um homem como nós. Mas é justamente este o ato que mais nos dá certeza da existência e do caráter de Deus. Um Deus que somente assistisse tudo do alto, não só nos privaria de sermos justificados, como não poderia habitar em nós (através de seu Espírito), nos fazendo indignos e impuros para sempre. Morreríamos, portanto em nossos pecados, tentando sem êxito sermos bons por nossas próprias forças e vivendo em baixo de leis às quais não conseguiríamos cumprir por completo (como os hebreus). E como se não bastasse, um Deus que não descesse a terra nos privaria de valiosas evidencias de sua existência, envergonhando o seu povo na frente dos céticos.
Parte da Trindade Divina
Não quero ser preconceituoso, intolerante ou ofensivo, mas não há como aceitar que Jesus, o homem que dividiu a história ao meio (coisa que ninguém fez), tenha sido alguma das opções apresentadas neste texto. A sua perfeição em todas as coisas não nos permite tal infâmia. Ele sempre existiu e veio a Terra para ser a perfeita ponte entre o Pai e os homens. Sim, uma ponte, pois veio como homem, se despindo de toda a sua glória, limitando-se a ponto de ter as nossas necessidades, mas ao mesmo tempo, ligado ao Pai, cheio de Espírito, vencendo todas as tentações e prevalecendo como o único homem que não caiu em pecado. Ele nos deu toda a autoridade, para vencer a satanás, pois nos justificou e através do Seu Nome, alcançamos vitória sobre o pecado.
Portanto, não venha me dizer que não têm motivos suficientes para acreditar que Jesus é realmente o Senhor de todo o Universo. Ele em toda a sua grandeza fez questão de nos prover de evidencias, para que a nossa fé não fosse cega. Pois, a fé a certeza das coisas que não se viram, segundo o livro de Hebreus, mas não é a certeza das coisas que não possuem evidencias. Eu jamais poderei colocar Deus em um laboratório e através de inúmeras experiências, provar sua existência (e nem mesmo o quereria). Entretanto, sempre terei todas as evidencias necessárias para conciliar fé e razão. E a minha principal evidencia de que Deus existe, é Jesus, afinal, Ele é Deus, mas fez questão de vir a Terra, por mim e por você.
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